sábado, 19 de outubro de 2013

Aulas nas férias

(história anterior)

Nas férias de Verão, poucos são os alunos que gostam de ter aulas. Ou de estudar. Ou sequer de passar os olhos pela matéria que se teve durante os árduos meses do período lectivo.
No meu caso, a coisa não funciona bem assim…


Apesar de estarmos em Agosto, um mês de Agosto quente e que puxa praia e passeios, as minhas férias com a Sra. Lopes têm sido bastante mais preenchidas do que isso. Assim que Lhe foi possível, fomos ambos para o Seu retiro de férias, uma casa situada não muito longe da Barragem do Castelo de Bode, isolada da civilização, e até onde a rede dos telemóveis era escassa – apesar de muitos deles publicitarem a sua “cobertura em 100% do território nacional”. Todavia, Ela preferia assim, dizendo que A permitia isolar-Se do mundo e descansar de uma sociedade na qual Ela não Se revia. Eu não sabia exactamente onde se situava, pois sempre que saíamos da A23, Ela colocava-me uma venda à volta dos olhos, dizendo que, se eu soubesse como lá chegar, em dada a oportunidade podia perfeitamente fugir. Ambos sabíamos que eu não tinha a mais pequena vontade de o fazer, mas acho que era uma forma de me provocar – e acabava por resultar, pois toda aquela ideia de ser levado para um sítio que eu não sabia onde era deixava-me excitado, fazia-me sentir ainda mais sob o Seu poder…
A casa de Sra. Lopes era uma casinha agradável rodeada de arvoredo mas onde se podia vislumbrar, não muito longe, um dos braços da barragem. O terreno estava bem limpo, sem mato nem vegetação daninha, tudo bastante bem tratado. A habitação propriamente dita não era muito grande, tinha dois andares, dois quartos (um deles havia sido convertido em escritório) e uma varandita no primeiro andar, enquanto no rés-do-chão estava a cozinha, uma sala de jantar (vazia) e a sala de estar.
Quando digo que a sala de jantar estava vazia… bom, não é bem assim. Como, neste momento, não existe necessidade de uma divisão tão grande para apenas duas pessoas jantarem, acabámos por dar outro uso a este espaço. E esta acabou por se tornar uma das minhas divisões favoritas: a Sra. Lopes arranjou uma carteira e uma cadeira, à semelhança das que se encontravam nas escolas de antigamente, um quadro negro para colocar na parede e uma secretária e uma cadeira para Ela. Aquele local converteu-se no nosso local de estudo, onde Ela me dava explicações sobre o Francês – língua que, apesar dos meus esforços e das “lições ao domicílio”, tinha dificuldades em dominar – e onde eu dava tudo por tudo para não A desapontar, tentando interiorizar o que Ela me ensinava…
Obviamente que as aulas eram um prenúncio para algo mais. Para começar, eu tinha de entrar na “sala de aula” vestido da forma que Ela desejava. E, ultimamente, Ela queria ver-me sentado na minha cadeirinha envergando uma farda de colegial… feminina. Camisa branca, mini-saia aos quadrados azuis e brancos, meias brancas pelo joelho e sapatos de salto alto pretos. A Sra. Lopes fazia imensa questão de me ver como uma menina, de tal forma que me fez depilar o corpo quase por completo, pedindo-me, ao invés, para deixar crescer o meu cabelo castanho, passando a usá-lo pelos ombros, encaracolado. E eu, sabendo que Ela amava ver-me assim, fazia os possíveis por estar o mais impecável possível, tendo sempre o uniforme pronto e bem guardado, sem vincos, e prestando atenção aos detalhes quando o vestia, tentando colocar maquilhagem suficiente para disfarçar os meus traços masculinos mas, ao mesmo tempo, tentando não exagerar na pintura. 
Naquele dia, eu já estava sentado na minha carteira, envergando o meu traje. Tinha o cabelo preso num rabo-de-cavalo, baton cor-de-rosa, rímel e eye-liner preto. Tinha ao pescoço uma gargantilha composta totalmente de cristais, enquanto no pulso direito tinha uma pulseira do mesmo estilo. Havia pintado as unhas de cor-de-rosa pálido, para acentuar um pouco mais a minha feminidade. Para além do uniforme, tinha umas meias de nylon de cor creme pelo meio da perna – e por baixo das meias brancas da farda – presas à cintura por intermédio de um cinto de ligas branco. Nos pés, tinha os meus sapatos pretos, brilhantes, com salto-agulha metálico de 15 cm – que ainda me causavam problemas a andar, mas tinha de me sujeitar a eles, visto serem os meus preferidos… apesar de, confesso, eu ter uma maior predilecção por botas. Só que elas não dizem bem com o uniforme…
À minha frente, a Sra. Lopes escrevia no quadro. Aquela aula já durava há algum tempo, já havia feito a conjugação de alguns verbos mais complicados e havíamos feito conversação em Francês, o aspecto em que eu era mais fraco… Naquele momento, eu só Lhe conseguia ver as costas do fato de duas peças (casaco e saia pelo meio da perna) azul-escuro que Ela envergava, mas ainda recordava o Seu rosto suave, os Seus lábios pintados de vermelho-sangue, o Seu olhar que me desarmava e me subjugava sempre que Ela me encarava... Então, a Sra. Lopes pousou o pau de giz e rodou nos saltos dos Seus sapatos pretos, de tacão marginalmente mais pequeno que o meu. As Suas pernas estavam envoltas por nylon preto, e o casaco aberto deixava antever uma blusa azul-celeste, aberta quase até ao decote, e mostrava a cruz azul que Ela usava ao pescoço à laia de amuleto.
- Et alors, Ma petite pute, – Ela adorava chamar-me de “putinha” – est-ce que tu te rappelles de cette leçon? – perguntou-me com a Sua voz grave.
Tentei desviar os olhos d'Ela e olhar para o que Ela havia escrito.
- Je pense que oui, Madame la Professeur. – respondi, tentando fazer a minha voz o mais fina possível, o costume quando me vestia de menina.
- Ouvre ton livre à là page 242 et viens au tableau noir faire l’exercice 7.
Levantei-me com o livro na mão e fui até ao quadro, os meus sapatos ecoando pela sala. Tive vontade de beijá-l'A assim que passei por Ela, mas acabei por me refrear, pois não era a altura para essa recompensa – os Seus lábios apenas estariam ao meu alcance se eu tivesse a lição bem estudada…
Olhei para o exercício: tratava-se de escrever frases no pretérito mais-que-perfeito, que até nem era muito difícil. Peguei no giz e comecei a escrever. Ao meu lado, ouvi-A aproximar-se de mim, para sentir a Sua mão levantar-me a saia e, com a outra mão, cravar-me uma reguada nas nádegas.
- Pour une jeune fille comme toi, ton écriture est honteuse! – gritou-me, dando-me mais uma reguada – J'en ai assez de te dire d’améliorer ton écriture!
- Pardonnez-moi, Madame la Professeur, j’ai essayé d’écrire mieux… – sussurrei, mas fui interrompido por mais uma reguada.
- Tu dois essayer beaucoup plus! Mais tu passes le temps à t’amuser… Écris et tais-toi, Ma pute. – e acabou a conversa com um valente apalpão ao meu rabo.
Corei e continuei a escrever no quadro, tentando fazer uma letra mais perceptível. Nunca tive uma caligrafia muito apurada, e, com o tempo, confesso que ela tinha piorado… mas fiz o melhor que consegui. No final, quando pousei o giz, coloquei o livro atrás das nádegas, tentando protegê-las. Ela olhou para o que escrevi e sorriu aprovadoramente, olhando-me bem fundo com aquele Seu olhar que me fazia derreter.
- Très bien, très bien… tu ne M’as pas déçue, Ma petite pute… viens ici. – E, depois de colocar em cima da Sua mesa a régua que ainda tinha na mão, abriu os Seus braços, convidando-me a aproximar-me. 
Depois de colocar o meu livro em cima da carteira, obedeci à Sua ordem, avançando na Sua direcção e sentindo o Seu perfume. Ela olhou para baixo e sorriu.
- Mon Dieu, la pute est déjà très excitée… – ouvi-A rir-Se, no momento em que a Sua mão me agarrou na pila, que, realmente, já estava dura e já levantava uma das pontas da saia (visto não ter sido autorizado a vestir cuecas ou um mero fio dental). Corei. – Qu’est-ce Je te vais faire aujourd’hui?
- Je ne sais pas, ma Professeur aimée… je suis Votre soumisse, commandez-moi, s’il Vous plaît… 
Ela pegou-me pelo braço, delicadamente, e fez-me ficar debruçado de barriga para baixo em cima da Sua secretária.
- Aujourd’hui J’ai une autre offre par toi, un nouveau bijou. – disse-me enquanto abria uma gaveta na Sua secretária – Au-delà du collier et du bracelet, tu vas en avoir un autre,  que Je veux que tu portes. 
- Oui, ma Professeur aimée.
Fui surpreendido ao sentir a Sua mão encharcada a massajar-me o rabo e o ânus, humedecendo-o. Pensei que Ela me fosse penetrar com o seu strap-on, mas Ela colocou na secretária ao lado da minha cabeça um objecto de metal de formato fálico, com uma espécie de jóia no fundo. Percebi que era um plug quando Ela voltou a pegar nele e mo começou a enfiar ânus acima. Cerrei os punhos à medida que o objecto frio foi entrando dentro de mim, e apenas voltei a respirar (nem me dei conta de ter sustido a respiração) assim que a Sua mão me deu uma palmada numa das nádegas.
- Lève-toi, Ma petite pute.
Obedeci-Lhe, levantando-me e sentindo algum desconforto por ter algo enfiado no meu rabo.
- Alors, défile pour Moi, Ma élève adorée.
Comecei a andar de um lado para o outro, abanando as ancas como Ela gostava de ver. O plug fazia-me alguma diferença, todavia ajudava a que o meu pénis ficasse ainda mais duro.
- Arrête… Vien ici.
Mais uma vez, aproximei-me d’Ela, parando mesmo à Sua beira.
- Agenouille-toi et embrasse Mes pieds.
Caí de joelhos à Sua frente, começando a beijar os Seus sapatos, provando o sabor do cabedal preto e humedecendo-o. De seguida, passei ao outro, lambendo o tacão, enfiando-o na boca, chupando-o… Subitamente, Ela sentou-Se na secretária, de pernas debruçadas na minha direcção. Tirei-Lhe um dos sapatos e comecei a beijar o Seu pé envolto em nylon, metendo o seu dedo grande na boca, humedecendo-Lhe a meia e passando a ponta da língua pela Sua planta do pé. A Sua pele cheirava tão bem… Comecei a subir, saltando de uma perna para a outra, tentando beijar cada centímetro delas, ouvindo-A suspirando e respirando pesadamente. A posição em que estava fazia com que o plug me incomodasse sobremaneira, causando-me algum desconforto, mas isso não me impediu de continuar a minha tarefa.
Continuei pernas acima, passando pelos joelhos, e acabei por avançar para debaixo da Sua saia. Queria chegar ao Seu baixo-ventre, à Sua ratinha, queria tanto poder dar-Lhe prazer, senti-l'A estremecer e gemer graças aos meus carinhos… Lentamente, lambi a parte interior das Suas coxas, vendo que Ela as estava a abrir, revelando que não tinha cuecas, apenas um cinto de ligas ao qual estavam presas as Suas meias; a Sua vulva estava acessível, exalando um cheiro a desejo que me dominava e motivava. Sem pedir licença, beijei os Seus lábios vaginais e logo a seguir ouvi um gemido profundo.
- Aaaaaai, putinha… – ouvi-A, e aquele gemido deixou-me ainda mais desejoso de A provar.
A minha boca beijou os Seus lábios mais uma vez, para depois ser a vez de a minha língua tocar na Sua vulva. Lambi os Seus lábios, já extremamente humedecidos, beijei o Seu clitóris e a seguir comecei a enfiar a ponta da língua dentro da Sua rata, para depois começar a penetrá-la.
- Sua devassa… és uma putinha devassa… Hmmmmm… – continuou a gemer a minha Professora.
Pousei as mãos nas Suas coxas entreabertas, enquanto eu continuava furiosamente a lamber e a penetrar o Seu sexo. Ela estava tão húmida, tão apetitosa… a minha vontade era de poder parar de Lhe dar prazer oral para fazer amor com Ela: o meu pénis estava tão duro! Os meus joelhos já me começavam a doer e o meu rabo continuava a estar desconfortável, mas isso não atenuava a vontade que eu tinha de dar prazer à minha Senhora, de A fazer chegar ao clímax…
Subitamente Ela gritou:
- Pára! Pára! Pára!
Contrafeito, a minha língua parou de se mexer: queria tanto tê-l'A a vir-Se na minha boca!
- Meu Deus… – continuou Ela, enquanto empurrava a minha cabeça para longe do Seu baixo-ventre – Tu és um demónio a lamber, Minha putinha… Calça-Me.
- Sim, ma Professeur aimée.
Assim que acabei aquela tarefa, Ela saltou para o chão. Só então vi que havia retirado o casaco e a camisa e puxado o Seu soutien preto para baixo, revelando os Seus seios, os seios que eu venerava e que adorava colocar na minha boca… e eles estavam tão rijos, tão suculentos… Ela voltou a abrir a gaveta da secretária e tirou de lá um novelo de corda branca, de nylon.
- Vira-te de costas para Mim, mãos atrás das costas.
Fi-lo, e pouco depois tinha os pulsos amarrados naquela posição, e a seguir os cotovelos. De seguida, Ela passou para a minha frente e começou a passar corda pelo meu peito, apertando-me os braços contra as costas até que senti o tronco preso por uma espécie de casulo. Quando Se sentiu satisfeita, Ela agarrou-me pelo ombro.
- Agora vem comigo. Vamos até ao quarto.
- Sim, ma Professeur aimée.
Saímos da “sala de aula” e subimos as escadas em direcção aos quartos. Confesso que tive alguns problemas com os degraus – fruto da altura dos saltos dos sapatos – mas acabámos por chegar lá acima sem incidentes. Assim que entrámos no nosso quarto, Ela atirou-me para cima da cama, sem grande cerimónia, abrindo uma gaveta e tirando um preservativo. 
- Abre as pernas, coração! – disse-me Ela, rasgando o pacotinho. Fi-lo e, logo a seguir, inclinei a cabeça para trás ao sentir a Sua mão a acariciar-me o pénis, começando a envolvê-lo depois no látex do contraceptivo. 
Assim que o preservativo ficou posto, os Seus lábios beijaram-me a pila.
- Olha para ele, preso no látex… Querias estar livre, não era? Querias sentir-Me, não era?
- Sim, ma Professeur aimée… – suspirei – Queria muito…
- Pois querias, mas não vais ter esse desejo. – e sorriu enquanto voltava a agarrar-me no órgão e me colocava mais qualquer coisa apertada nele, empurrando-a até ficar quase encostada aos meus testículos. Instantes depois, senti aquilo a tremer – E agora, livra-te de te vires antes de Eu dizer! Será que consegues, putinha?!
Engoli em seco. Eu já estava duríssimo, e aquele anel vibratório ia-me dificultar bastante a tarefa de obedecer à Sua ordem… Então, Ela aproximou-Se de mim, deitou-Se por cima do meu corpo, e fez-me rolar na cama, ficando por cima d’Ela, para depois fazer-me entrar na Sua ratinha.
 - Vá, putinha, faz aquilo que tanto desejas! Come-Me!
- Sim… sim, ma Professeur aimée
Comecei a mexer as ancas, para a frente e para trás, entrando e saindo do Seu tesouro. Assim que saí da primeira vez, vi que iria ser bastante complicado aguentar sem me vir. O anel estava a tremer rapidamente, desconcentrando-me, e para além disso fazia aquele barulhinho irritante, e o plug continuava a fazer-me diferença, mas, acima de tudo, aquela ratinha deliciosa estava a deixar-me louco. Apesar disso, tentei penetrá-l'A o mais lentamente possível, tentando controlar a vontade que tinha de explodir… mas Ela deu pela marosca:
- Então, é só isso que tens para dar? Pensei que Me adorasses mais que isso…
- Se-Senhora, por favor, não diga isso… – balbuciei – Eu venero-A…
- Então come-Me como deve ser, puta! – e as Suas mãos agarraram-me na cintura e fizeram-me acelerar o ritmo.
Mordi os lábios à medida que entrava e saía da Sua rata, tentando suster o orgasmo que já estava pronto, tentando, tentando… mas estava cada vez mais custoso. A rata da minha Senhora estava apertada, levava-me sempre à loucura…
- Sentes-Me, é, putinha? – dizia Ela, enquanto continuava a controlar-me – Sentes as Minhas entranhas enquanto Me fodes? Mas estás apertada, presa, estás amarrada, tens o teu caralho apertado em látex… fodes-Me mas não Me tocas, putinha… 
- Aaaai, Senhora… por favor, deixe-me vir… – implorei, quase, quase…
De resposta, Ela riu-Se.
- Deves estar a gozar! Fode-Me e cala-te, sua desavergonhada…
Continuei a penetrá-l’A com o máximo de força que consegui, o mais rápido que pude, até arranjar um ritmo mais lesto que o que Ela me estava a impor – queria que Ela atingisse o clímax rapidamente e me deixasse atingir também!
- Isso, foda-se! Isso, putinha… és tão boa… – gemia Ela, passando as Suas unhas pela minha pele que tinha a descoberto, pelas costas por baixo da camisa, arranhando-me.
Subitamente, quase fiquei surdo quando Ela começou a gritar de êxtase, de prazer, assim que o Seu clímax chegou e as energias que haviam sido acumuladas estavam agora à solta no Seu corpo formoso. Os Seus braços envolveram-me e apertaram-me contra Si, enquanto as Suas unhas continuavam a marcar-me as costas nas zonas em que as cordas não me apertavam…
- P-por favor… – implorei mais uma vez – Deixe-me v…
- NÃÃÃÃÃÃO!! – gritou, entre dois gemidos.
Mas já não dava mais: não conseguia suster mais tempo o meu próprio orgasmo. Ainda fiz um último esforço… para, instantes depois, sentir que rebentava. As Suas mãos agarraram-me na cabeça, fazendo com que a minha boca se precipitasse na direcção dos Seus lábios, silenciando-me e a Si própria com um beijo ardente e arrebatador entre nós. Estávamos separados unicamente por um preservativo… mas os nossos corpos estavam unidos.
As nossas bocas apenas se separaram quando ambos os orgasmos cessaram. Ficámos deitados imenso tempo, de lado, com Ela abraçada a mim. E considerei-me um felizardo por poder partilhar momentos tão especiais com aquela Senhora.
- Ma élève adorée… – sussurrou Ela.
- Ma Professeur aimée… – murmurei.
E voltámo-nos a beijar. 

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