segunda-feira, 5 de junho de 2017

Branca de Neve e os seus anões (parte 2)

continuação...

Penetrei aquele rabo durante mais algum tempo, ouvindo o rapaz impar sempre que a minha pila entrava nele por completo. Admito que aquilo era o que eu mais gostava de fazer, enrabar os meus meninos, abusar deles… e eles chuparem-se deixava-me ainda mais extasiada (e excitada!). Mas como achava que estava na hora de parar com aquele cu, saí de Miguel, agarrei-lhe no cabelo e fi-lo ajoelhar-se à frente do meu Vasquinho; de seguida agarrei nas orelhas dos meus outros dois anões para os forçar a erguer-se.

- Anão Miguel, como já viste como se faz, é a tua vez de chupares uma pila, a do Vasquinho. A Ritinha pode meter-se de quatro à frente do Miguel e chupá-lo também, que dizem?
A cara de nojo de Miguel dizia tudo; todavia, para meu deleite, ele fechou os olhos, abriu a boca e meteu a pila de Vasco na boca, para a chupar. Enquanto isso, Rita fizera o que eu ordenara e já tinha o órgão sexual de Miguel encostado à sua boca; e eu, após mais uma troca de preservativo, encostei-me às costas do meu querido Vasquinho.
- Queres, não queres? – sussurrei-lhe ao ouvido, ouvindo gemidos à minha frente.
- D. Joana, por favor… foda-me…
- Claro, meu querido anão.
E entrei no seu posterior, com mais força com que entrara em Rita mas mais brando em comparação com Miguel. Apesar de eu não querer ter favoritos, a verdade é que o meu subordinado era o meu preferido, talvez por ter sido o primeiro a ser corrompido, por estar há mais tempo com ele, por fazer dele o que queria… fosse lá pelo que fosse. Por isso comecei a comê-lo com mais força, enquanto passava as minhas mãos pelo seu corpo e lhe lambia o lóbulo da orelha. Olhei para baixo e sorri ao ver Miguel a chupar-lhe a pila enquanto eu pensava no que lhe iria acontecer. Acelerei ainda mais os meus movimentos e tornei-me mais bruta, enfiando-lhe o meu dildo com ainda mais força, mordendo-lhe na omoplata, fazendo-lhe chupões na pele, com o meu Vasquinho a chiar como um cadela com o cio. De súbito, os seus chiados transformaram-se em gemidos de prazer: pela sua linguagem corporal e pela reacção de Miguel, Vasco estaria a vir-se. Todavia, antes que Miguel pudesse fazer alguma coisa, agarrei-lhe no cabelo com força e obriguei-o a continuar com a pila de Vasco na boca, recebendo todo o sémen daquele orgasmo.
- Não mexe! Aguenta! Engole!
Miguel ainda tentou sair dali mas eu puxei-lhe os cabelos com força, forçando-o a permanecer ali quietinho. Adorava aquela sensação de os forçar a fazer o que odiavam! Ele grunhiu e tentou afastar-se mas eu estava a agarrá-lo com mais força e sustive-o.
- Não quero ver uma pinga a escorrer por essa carinha laroca, anão Miguel!
E Miguel deixou de estrebuchar: a princípio pensei que se tivesse resignado, depois ouvi-o a grunhir de prazer e compreendi que ele também se estava a vir, recheando a boca da minha Ritinha. Sorri, benevolente, enfiei o meu dildo com força mais uma dúzia de vezes no posterior do Vasquinho e saí de dentro dele, dando-lhe um beijo no pescoço.
- Todos a levantarem-se outra vez.
Segui a minha própria ordem e ergui-me, retirando o dildo que tinha preso ao meu baixo-ventre; de seguida fui buscar outros dois strap-ons, estes ocos e de grossura e tamanho inferiores ao meu, e retornava à beira dos meus anões, já de pé.
- Vá, meninos, vocês já se vieram. Agora faltamos nós, não acham?
Enquanto falava, colocava aqueles dildos nos meus meninos, de forma que as suas pilas ficassem dentro deles.
- Miguel, deita-te de costas no chão. Ritinha, vais-te deitar em cima dele virada para cima… e quero que esse pau que vês espetado na cintura dele te entre no cu.
- Mas… D. Joana… – começou ela. Eu apenas abri os olhos a fazer cara de má, o que foi suficiente para ela se render e me obedecer.
Assim que aquele dildo começou a entrar nela, Rita fez uma cara feia mas mesmo assim continuou a empalar-se nele: era mais fino que o meu dildo, apesar de tudo. Assim que o dildo entrou por completo, olhei para Vasco.
- Agora, tu vais-lhe comer a rata. Vá, andor!
O meu Vasquinho avançou sem hesitar e cumpriu a minha ordem, entrando-lhe na ratinha sem que Rita protestasse muito.
- E agora eu! – e imediatamente ajoelhei-me por cima da cara de Miguel, encostando-lhe o meu baixo-ventre à sua boca – Lambe-me, meu anão Miguel! Leva-me ao paraíso!
E assim que senti a sua língua tocar-me no clitóris e nos lábios, não consegui evitar um gemido de prazer; uma das minhas mãos enluvadas meteu-se por baixo do meu vestido e tocou no meu seio, estimulando-o, enquanto a outra fez o mesmo mas numa das mamas de Rita, que ficou a gemer ainda mais alto. Não demorou muito tempo até a minha menina começar a gemer alto e bom som, sinal de que havia atingido o clímax. Mesmo assim não larguei a sua mama.
- Mais depressa, Miguel! Mais depressa!!
Miguel obedeceu à minha ordem e passou a lamber-me a ratinha com mais força e mais vigor. Também eu comecei a gemer, à medida que me sentia a aproximar do clímax; e pouco depois era a minha vez de gritar, quando os estímulos do meu Miguelinho me fizeram atingir o orgasmo. Parei tudo o que estava a fazer e fiquei ali a disfrutar das ondas de prazer que navegavam pelo meu corpo.
Assim que me acalmei, levantei-me e fiz Rita levantar-se também; ela parecia estar sem forças, tinha uma cara de exaustão mas ao mesmo tempo parecia sorrir. Fi-la deitar-se no chão de barriga para cima.
- Miguelinho, levanta-te, meu querido anão. Tenho mais uma tarefa para ti. E tu também, meu Vasquinho.
Ainda a lamber os lábios, Miguel ergueu-se do chão, com o seu dildo espetado na nossa direcção. A ele juntou-se Vasco. Era tão giro vê-los com aquelas pilas a contrastarem com as roupas femininas que ainda usavam!
- Miguel, para te compensar pelo broche que fizeste, agora vais comer a minha Ritinha.
- Mas… oh D. Joana, eu assim não vou sentir nada, com esta coisa… – protestou ele.
- E? – levantei uma sobrancelha.
Ele pareceu querer dizer mais qualquer coisa, depois desistiu e aproximou-se de Rita, que já estava de pernas abertas, expectante. Miguel deitou-se com alguma rudeza sobre ela e enfiou-lhe o seu dildo na ratinha, com Rita a soltar um “Foda-se…” e a fechar as pernas em redor do corpo do seu parceiro. Olhei embevecida para eles, vendo Miguel a começar a investir dentro dela, depois encarei Vasquinho, que estava ainda à espera com cara de cachorrinho abandonado; sorrindo, deitei-me no chão à sua frente.
- Bom, Vasquinho, agora que o teu colega anão está a tratar da Ritinha, cabe-te a ti tratares da ratinha. – levantei a saia e abri as pernas, cravando os tacões das minhas botas no chão, enquanto apontava com um dedo para o meu baixo-ventre.
Vasco pareceu sorrir; depois aproximou-se de mim, deitou-se sobre o meu corpo, tal como Miguel fizeram sobre Rita, e começou a enfiar o seu dildo em mim, com alguma lentidão, mas fazendo-me uivar mais uma vez.
- Ai, é mesmo isso, meu anão… continua, fazes isso tão bem…
O meu Vasquinho foi-me penetrando com alguma lentidão, enfiando-me aquele brinquedo todo em mim para o tirar logo a seguir quase por completo (só deixava a cabeça); ao mesmo tempo, eu ia-o ajudando, levantando e baixando o meu baixo-ventre, enquanto as minhas mãos se haviam enfiado novamente por baixo do meu vestido e me acariciavam as maminhas e os mamilos. A meu lado, voltei a ouvir Rita a gemer de prazer ao atingir mais um orgasmo; pouco depois, foi a minha vez: tal como Rita fizera antes, “tranquei” Vasco com as minhas pernas, imobilizando-o e ficando eu unicamente a mexer-me, a fazer aquela pila agitar-se dentro de mim, prolongando um pouco mais o meu clímax.
Deixei-me desfalecer no chão, como morta, procurando recuperar um bocadinho as forças.
- Sai. – disse a Vasco, que prontamente cumpriu, retirando-me o seu dildo o mais gentilmente possível.
Quando me senti mais relaxada, levantei-me e fiz um gesto para os outros dois se levantarem também. A noite estava no fim e era altura de dispensar os meus anões, mas para isso faltava uma coisa.
- Todos em filinha.
Retirei os dildos dos meus anões e fui guardá-los; quando voltei à sua beira, tinha nas mãos os seus cintos de castidade, que imediatamente comecei a colocar nos seus órgãos sexuais. Pude ver algumas caras tristes assim que surgi com eles, o que me fez soltar uma gargalhada.
- Meus queridos anões, fiquem a saber uma coisa: depois desta noite, não vos quero partilhar com mais ninguém. Gosto muito de vocês e são todos umas belas fodas. Por isso vão continuar todos fechadinhos a cadeado. Vocês são meus, pertencem-me. E ai de quem vos toque!
Nessa altura, já o último cinto havia sido colocado, o de Rita.
- Agora podem sair. Regressem ao hall de entrada, vistam as vossas roupas normais e podem ir à vossa vida… até que vos volte a convocar. – e apontei para a porta do quarto.
Assim que o último anão saiu, também eu me comecei a despir, deixando de ser a Branca de Neve (ou a Branca de Neve Má?) para regressar à minha identidade de Joana Lemos.

(história seguinte)

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