segunda-feira, 30 de abril de 2018

A cobaia da Doutora Rostovseva (parte 2)

continuação...

Então ela subiu para cima da maca, deitando-se por cima de mim e encostando o seu órgão à minha ratinha. Olhei rapidamente para as suas duas ajudantes mas elas quedavam-se imóveis a olhar para nós com um sorriso malandro.

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Três actos (parte 1)

O meu nome é… sinceramente já não me lembro. Sempre me chamaram “Paciente 314” e acabei por me habituar a essa designação. Passei por tanto no Hospital, por tantas “terapias”, que aqueles malditos foram bem-sucedidos em apagar da minha memória a minha identidade; apenas consigo recordar farrapos da minha vida passada, bocados que escrevo com autorização do meu dono, para seu deleite e para eu não me esquecer do pouco que ainda me recordo, antes daquele maldito mutante me ter apanhado e trazido para ali… 

segunda-feira, 16 de abril de 2018

A cobaia da Doutora Rostovseva (parte 1)

(história anterior)

Abri os olhos lentamente, sentindo a inconsciência abandonar o meu corpo, deixando-me de novo desperta e capaz de me aperceber de tudo à minha volta. Estava deitada num sítio húmido e frio, iluminado unicamente com uma lâmpada que baloiçava por cima de mim e cujo raio de acção não deixava ver nada mais em meu redor. Como não poderia deixar de ser, estava presa a algo, pois os meus pulsos não se mexiam e estavam abertos, da mesma maneira que os meus tornozelos; quanto à minha boca, sentia algo metálico enfiado entre os dentes que me fazia tê-la aberta. Olhei para o meu corpo e vi-me totalmente nua.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Inversão

(história anterior)

Estive bastantes dias sem conseguir dar uma “aula” a Miguel. Uma das minhas filhas fez 30 anos, com direito a festa com toda a família, e por causa disso tive visitas em casa durante algum tempo; e naturalmente a disponibilidade para aventuras com os meus meninos era nula. Todavia, este tempo de espera acabou por servir para eu pensar no que fazer. Deveria convocar só Miguel ou os meus três meninos? Como queria que ele se apresentasse perante mim? Que lhe iria fazer durante a “aula”? E… deixá-lo-ia vir-se depois de tanto tempo a usar um cinto de castidade? Com o passar dos dias, as ideias foram surgindo em catadupa; e, assim que as minhas últimas visitas se foram embora, já tinha gizado o que fazer… o que me fez entrar logo em contacto com o rapaz a combinar a data da “aula”.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

A cadela (parte 4)


Quando chegámos a casa, fui guiada para o jardim, sendo presa do outro lado da casinha de Roscoe, perto de uma torneira de água. Brian atarraxou-lhe uma mangueira com uma pistola na ponta e abriu-a, apontando-a para mim.
- Altura de te limpares, porca! – e carregou no gatilho da pistola.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

A cadela (parte 3)



Durante algumas horas fui deixada sozinha, sem que ninguém do casal aparecesse ao pé de mim. Durante esse tempo nada mais pude fazer senão estar deitada no chão a olhar para ontem, a pensar na minha vida, e ir até às bacias de metal comer ou beber qualquer coisa quando tive essa vontade.
Não sabia o que me ia acontecer. Eu em casa havia dito ao Carlos que ia estar fora uns dias mas não lhe dissera quantos (também porque eu não o saberia dizer), por isso iria passar-se algum tempo até ele achar alguma coisa estranha. Tanto Brian como Tommy não pareciam ter intenções de me soltar e eu comecei a achar que eles queriam que eu ficasse ali com eles naquele papel de boneca insuflável, sendo usada, abusada e humilhada por qualquer um deles. O plug já me incomodava um bocado e a dor que eu ia sentindo nos braços e nas mãos não se comparava à que assolava os meus joelhos.

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

A cadela (parte 2)


Durante o tempo que estive sozinha, a minha cabeça não parou de funcionar, tentando assimilar o que me havia acontecido durante aquele dia.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

A aluna

(história anterior)

Não julguem pelo meu silêncio que eu tenho estado quieta com os meus meninos; todavia, o rapazito que está encarregue de escrever as nossas aventuras tem-se desleixado com a sua tarefa – se calhar tenho de o recrutar para o meu harém e metê-lo logo a chupar o Miguel e o Vasquinho…
Como já referi, o Vasco é o meu menino preferido: já o testei ao máximo e sei que ele, por mim, é capaz de tudo (e um dia tenho de comprovar isso mesmo); todavia, isso não significa que eu desprezo o Miguel e a Rita, nada disso. Aliás, a última vez que me apeteceu brincar com um dos meus meninos foi o fétichista das botas a ser requisitado…

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

A aposta (parte 2)

continuação...

Fomos a um bar na zona dos Foros de Amora que mais parecia uma quinta de casamentos, de tanto espaço que tinha no exterior para estacionamento – e, de facto, tinham imensos veículos lá parqueados. O nosso grupo veio em dois carros, tendo eu ido no banco traseiro de um deles – nenhuma delas me deixou ir a conduzir, provavelmente com medo de eu fugir – e ainda éramos seis pessoas.