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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

A lança da caçadora

 


(história anterior)

Assim que Tommy me mostrou imagens da amiga, o meu coração falhou um batimento e fiquei embasbacada a olhar para ela.

- Meu Deus… – não consegui deixar de dizer.

O seu nome artístico era “Ugaarsade”1. Era uma mulher de pele cor de ébano, alta e esguia, de porte musculado; tinha o cabelo totalmente rapado, uns olhos negros felinos e lábios grossos. Nas imagens, ela estava sempre em poses dominantes, numa delas segurando um chicote com ar de quem sabia utilizá-lo. Então uma das últimas mostrava-a totalmente nua e soltei um gemido de surpresa:

- Ela é uma shemale?

- Sim, é. Disfarça bem, não é? – riu-se Tommy, olhando para mim divertida.

- Se não a visse nua, nem percebia!

Voltei a ver aquela imagem: Ugaarsade estava nua, segurando na mão esquerda um longo bullwhip enquanto com a mão direita agarrava o seu órgão genital: era grande, ultrapassava e bem a largura da mão, e parecia ter uns 15 ou 20 cm de comprimento.

- Tommy, tens de me arranjar o contacto dela.

A minha agente soltou uma gargalhada.

- Queres-te envolver com ela, não queres?

- Eu… sim, querida, quero. – sussurrei, engolindo em seco. Porque será que os meus desejos carnais batem sempre tão fortes?

- Hmm… um aviso: ela é extremamente racista, por isso prepara-te para seres humilhada até mais não… achas que consegues aguentar?

Ri-me. Isso para mim não era problema.

- E… – continuou ela – qual é o pagamento que me vais dar por isso, para me traíres com outra gaja?

Olhei para ela, vi os seus olhos a arder de luxúria, engoli em seco e assenti:

- O habitual.

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Jogos de reconciliação (parte 2)

 


continuação...

Olhei para os monitores que tinha à minha frente e sorri. Tudo corria consoante tinha planeado: tinha os quatro prisioneiros lado a lado (apesar de não se conseguirem ver) e a serem penetrados ao ritmo das pulsações uns dos outros. Vi que Paulo e Belinha estavam acelerados: imaginei que a minha patroa estivesse irritada por se ver metida numa situação em que estava dependente do marido e, por isso, a sua pulsação estivesse acelerada. Quanto ao outro par, Helena e a minha sósia/irmã Ana, estavam mais lentas: o facto de não haver uma ligação afectiva tão forte talvez resultasse numa velocidade tão acelerada. Sabia que não podia esperar muito tempo, pois algum deles podia carregar no botão e ver que aquilo da “electrocussão fatal” era tanga: foquei a câmara de Paulo e, assim que o vi fazer força com o braço esquerdo, carreguei num botão da consola que tinha a frente e que imediatamente desapertou a correia que lhe prendia o pulso. Reparei imediatamente que a sua pulsação aumentou (como seria de esperar, quando notas que te conseguiste libertar de uma prisão) e que, por conseguinte, os dildos de Belinha aceleraram imenso. Mas Paulo já estava a libertar o outro pulso, a arrancar os fios que tinha presos ao corpo e que o podiam “matar”, finalmente arrastando-se para longe do alcance dos dildos que continuavam em movimento. De súbito, vi que se acendeu uma luz na consola: Belinha havia carregado no botão de electrocussão… felizmente Paulo já se havia libertado.

Eles estavam deitado em cima de quatro estrados, com restrições que não lhes permitissem que se conseguissem ver uns aos outros. Paulo levantou-se e viu que Belinha estava ao seu lado; naturalmente o seu primeiro instinto foi correr para ela e libertá-la das suas amarras. Sorri pelo instinto protector dele: talvez não estivesse tudo perdido…

segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Jogos de reconciliação (parte 1)

 

(história anterior)

(Nota: este texto é feito a meias por mim – Andreia Karabastou – e pela minha chefe Isabela “Belinha” Valadares, falando também do seu ponto de vista. Para diferenciar o seu texto do meu, a escrita de Belinha está em itálico.)

Senti um enorme peso na consciência depois de ter ajudado a minha amiga e patroa Belinha a desmascarar Paulo. Como seria de esperar de uma mulher de forte personalidade como ela, desde aquela tarde a relação entre os dois não mais foi a mesma: as intimidades terminaram, deixei de ver carinhos entre eles e uma vez ela até me confidenciou que estava a pensar separar-se do marido. Tudo isto, claro está, enquanto ela saía à noite comigo e com Helena, regressando nós duas enquanto Belinha ia para casa de um tipo qualquer que a conseguisse engatar.

Claro que esta situação ​me deixou transtornada: como já referi, sou amiga da família e odiava ver aqueles dois assim… especialmente porque eu tinha uma grande parte de culpa no cartório. E comecei a ver o que poderia eu fazer para tentar remendar a situação. Desta vez, falei com Helena, ao contrário do que é habitual (normalmente obrigo-a a entrar nos meus planos… talvez tenha sido a maternidade a amolecer-me!), debatemos algumas ideias até que chegámos a um consenso. E depois disso, comecei a fazer os meus preparativos.

 

terça-feira, 15 de abril de 2025

A Enfermeira e o Paciente


(história anterior)

(História narrada por Carlos Lourenço - texto normal - e Ana Karabastou - texto itálico. O texto está diferenciado para se perceber quem narra o quê)


Acho que já disse uma vez que demasiadas histórias da minha vida começam da mesma maneira: comigo a perder a consciência e a acordar num lugar qualquer escuro, amarrado e amordaçado e à mercê daquela irmandade que faz parte da minha vida. E esta não vai ser excepção: estava eu no meu escritório no estádio do clube onde estou a treinar esta temporada, a organizar alguns dados estatísticos sobre o nosso próximo adversário, quando começo a sentir uma imensa sonolência a apoderar-se de mim. Penso em levantar-me e em ir beber um café (o quarto do dia, afinal de contas estávamos a meio da tarde)… mas não passei do “pensar”, pois dei por mim a tombar em cima do teclado do portátil; ainda me lembro de pensar, antes de adormecer por completo, “que será que aquelas putas já prepararam para mim hoje…”.

segunda-feira, 25 de março de 2024

Quatro décadas, quatro festas (parte 4)

 

continuação...

Renovação de votos

Foi já dentro do avião que me pus a pensar nos acontecimentos dos dias anteriores. Tudo o que se havia passado havia sido de uma intensidade que, de facto, eu poderia considerar digna de um marco como são os 40 anos (mesmo que festejados com um ano de atraso). Mas enquanto eu fechava os olhos e deixava a mente reviver essas sensações, não pude deixar de recordar a cerimónia de renovação de votos com o meu marido.

segunda-feira, 18 de março de 2024

Quatro décadas, quatro festas (parte 3)

 

continuação...

O labirinto

O meu vôo, contudo, não me ia levar a Portugal: havia recebido uma mensagem de Amélia, a minha irmã mais velha, a dizer-me para aparecer por casa dela para festejamos o meu aniversário. Sorri com ironia: isso significava que a festa de família iria acontecer em territórios franceses; e como a minha irmã mais velha tinha acesso a mundos e fundos e meios, significava que a coisa iria ser em grande!

Assim que cheguei a Paris e depois de tratar das bagagens, saí para a rua e apanhei um táxi rumo a casa de Amélia. Assim que começámos a andar, agarrei no meu telemóvel, mandei mensagens a Lucy e ao meu marido, a avisar que havia chegado e que havia corrido tudo bem. Abri logo de seguida o Instagram, entretendo-me a ver as publicações mais recentes; recebi, entretanto, um vídeo no WhatsApp de Carlos, em que o mostrava a ele mais aos nossos meninos a fazerem salame de chocolate. Ri-me e mandei um “portem-se bem e continuem assim, a mamã não demora a voltar para junto de vocês”.

E foi então que comecei a sentir-me sonolenta. Era verdade que os dias anteriores haviam sido desgastantes e o sono nunca era de muitas horas, pois a paixão era mais forte… e só então reparei que havia uma separação de acrílico entre mim e o condutor – o que até era normal, por causa da pandemia – e que as portas do táxi estavam trancadas. “Pronto, assim começa a festa…” pensei, antes de tombar sobre o banco, sem sentidos.

segunda-feira, 11 de março de 2024

Quatro décadas, quatro festas (parte 2)

 

continuação...

Ladies inglesas

Não me iria demorar muito em Portugal, porém; dois dias depois da minha chegada, estava novamente no aeroporto a apanhar mais um avião, desta feita para Inglaterra. Porquê? Porque Lucy, a modelo loira que também estava apaixonada por mim, mandara-me um mail a dizer que eu estava há demasiado tempo sem estar com ela e que me queria fazer uma festa de aniversário, enviando uma fotografia da tanga encharcada “das saudades que tenho tuas e da vontade que tenho de te ver”. Não tive outra hipótese senão deixar o meu marido e os meus filhos e ir ver o que tinha aprontado aquela louca.

segunda-feira, 4 de março de 2024

Quatro décadas, quatro festas (parte 1)

 

(história anterior)

O aproximar da data do meu aniversário começou a deixar-me algo ansiosa: como iria eu fazer a festa naquele ano? Tinha de ser algo grandioso, uma vez que era o meu quadragésimo aniversário, a entrada nos “entas”, mas não queria que fosse algo sobre o qual eu não tivesse o completo controlo, para evitar o que havia acontecido no ano anterior1. Comecei a fazer planos para algo absolutamente “Karabástico” e estava a começar a fazer os primeiros contactos quando a pandemia do coronavírus rebentou em Portugal. Fiquei assustada, claro, por mim, pelo meu marido e pelos meus filhos, e coloquei tudo em pausa, respeitando o confinamento e saindo de casa apenas o mínimo indispensável. Quando as coisas pareciam estar a melhorar novamente, um mês antes da data do meu aniversário, voltámos a entrar em novo confinamento. Todavia, Carlos não deixou que a data passasse impune: uma semana antes, ajoelhou-se à minha frente, entregou-me mais uma aliança e perguntou-me se queria renovar os votos de matrimónio com ele, numa cerimónia restrita apenas a meia-dúzia de familiares. Claro que aceitei! E no dia 19 de Fevereiro, no meio dos campos do Alentejo, fizemos a nossa renovação de votos – no meio do maior secretismo devido à questão do confinamento – e terminámos a noite no nosso quarto, numa sessão de amor, não só sexo, mas puro e verdadeiro amor entre duas pessoas, que durou horas e nos deixou ainda mais apaixonados.

Mas apesar da magnífica cerimónia, sentia que ainda faltava algo… portanto, assim que a pandemia deu mostras de ceder, voltei aos meus planos e contactos para a festa de anos, desta vez, para o meu 41º aniversário. Comecei a preparar as coisas para celebrar com as minhas irmãs; todavia as coisas tomaram uma tal proporção que tive de fazer várias festas para conseguir estar com toda a gente que pretendia celebrar comigo! Este é o relato dessas ocasiões.

segunda-feira, 22 de março de 2021

Mudança de visual (parte 2)

 

continuação...

Sem uma palavra, o nosso convidado saiu. Enquanto isso, Andreia havia colocado a estranha cabeça no chão e puxava Catarina pelo braço, levantando-a. Enquanto isso, voltei a colocar a máscara à frente do nariz e da boca.
- Vamos tirar-lhe o fato, Enfermeira A, e levá-la para a cadeira de ginecologia.
Ainda pensei que Catarina tentasse escapar-se assim que se viu livre do fato, mas perante a nossa presença e o facto de não poder ver deixaram-na sem reacção. Verdade seja dita, não lhe demos grande margem de manobra. Enquanto Andreia a segurava, eu desapertei as fivelas que ainda seguravam o casulo de borracha no lugar; assim que a nossa prisioneira ficou nua, levámo-la para a tal cadeira de ginecologia, onde lhe prendemos as mãos aos assentos dos braços e as pernas aos apoios para as mesmas.
- Primeiro passo da nova fase: dar-te uma nova cara, 835. – declarou a minha irmã enquanto voltava a agarrar a tal cabeça; e só então reparei que, afinal aquilo era um hood de borracha com uma grossura bem generosa. Tinha fivelas laterais que uniam as duas metades; a da frente tinha as covas para as órbitas e para a boca, com um buraquinho mínimo no fundo desta, com mais duas aberturas pequenas para as narinas.

segunda-feira, 15 de março de 2021

Mudança de visual (parte 1)

 
 
Pedi à minha irmã Andreia para ser ela a escrever este relato, uma vez que foi ela a principal executante do que passou, mas ela recusou-se, dizendo que desde a escola que odeia escrever longos textos, que já lhe tinha bastado o que escreveu sobre o que se passou entre ela, a sua chefe e o marido dela1. Por isso, vou eu ter de dar asas à escrita mais uma vez.
Na tarde que tudo isto se passou, fui convidada a juntar-me a Andreia no seu Hospital, aquele espaço que ela geria onde treinava homens e mulheres para vender como escravos sexuais (e onde eu já havia sido “internada” algumas vezes), para a assistir em mais uma sessão de submissão de Catarina, a maluca obcecada com o meu marido que havíamos, entretanto, capturado. Na altura achei que aquele convite era um pretexto para me levar lá e abusar de mim mais uma vez, mas acabei por ir. Aproveitei que Carlos estava em casa a tratar de assuntos relativos à nova época desportiva, entreguei-lhe os miúdos e lá fomos as duas.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

Anushka


Assim que saí do ginásio, amaldiçoei a minha opção de não ter ido de carro até lá: era um facto que a viagem a pé de casa até lá era menos de um quilómetro, mas naquela tarde o treino que o meu personal trainer havia programado tinha incidido principalmente sobre as minhas pernas, pelo que me sentia um bocado massacrada. Tentando não pensar na dor que já ia sentindo nos músculos, estuguei o passo.
Já ia a meio caminho quando fui atingida por uma daquelas sensações esquisitas, um pressentimento, intuição, o que lhe quiserem chamar, de que algo ia acontecer. Com tudo o que as minhas irmãs já haviam aprontado, acabei por ir desenvolvendo uma espécie de sexto sentido – não que servisse de muito, pois inevitavelmente elas conseguiam sempre os seus intentos… Acelerei o passo ainda mais, olhando para todos os lados: não se via quase ninguém nas ruas apesar do dia bonito que estava. Ao longe vi uma carrinha bege, antiga, a vir na minha direcção; e o facto de ser uma carrinha do tipo furgão, sem janelas do meio para trás, fez disparar o meu alarme; ignorei o cansaço nas pernas e comecei a correr. Podia não ser nada, podia tratar-se de um veículo em que o ou os ocupantes nada tinham a ver comigo, mas preferi arriscar para evitar dissabores.

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Reavaliada

(história anterior)

Aquele dia havia começado como tantos outros. O meu marido saiu de casa de manhã para ir para o trabalho (mas não sem antes me ter dado um amasso), depois deixei os meus meninos com Helena para ir depois ao ginásio puxar pelo corpo e ao Almada Fórum às compras.
E foi precisamente quando saí do centro comercial que tudo se deu. Dirigi-me para o parque subterrâneo onde havia estacionado o carro, de mala e saco ao ombro enquanto procurava as chaves do carro, quando levantei os olhos e, não muito longe de mim, me pareceu ver duas raparigas asiáticas encostadas a uma das colunas a olharem para mim. Estaquei imediatamente enquanto tentava perceber se poderiam ser as duas capangas daquela doutora maluca e shemale que me havia raptado uns meses antes (e que quase me haviam assassinado a sangue frio, é bom não esquecer!)1; não consegui chegar a uma conclusão definitiva mas, nunca fiando, acabei por virar costas e acelerar o passo, afastando-me do carro – podia e devia ter-me metido nele e arrancado dali para fora, mas o pânico fez-me tomar uma má decisão.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Memórias da família Karabastos: Aleksandrya Karabastos

Depoimento recolhido no Hospital Geral de Atenas.

Data da recolha: 25 de Novembro de 2018
Nome: Aleksandrya Karabastos
Data de nascimento: 6 de Janeiro de 1956, Heráklion, Grécia
Filiação: Illias Koteas (1927-1976) e Apollonya Karabastos (1922-1990)

(…)

Acontecimento: “Viajava de Atenas para Malakasa para uma entrevista de emprego. Fora despedida alguns meses da empresa de financiamento onde trabalhava, e havia recebido uma proposta de trabalho para fazer o mesmo trabalho que estava habituada a fazer mas com uma remuneração bem maior. Saí de casa e parti rumo à morada que me havia sido dada no primeiro contacto telefónico feito.

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Prova oral


Quando estamos semanas a fio enfiadas dentro de uma camisa-de-forças sem ver luz natural (nos primeiros dias; depois fui cegada com recurso a lentes de contacto opacas e deixei de ver o que quer que fosse), a ser utilizada como boneca insuflável por pessoas desconhecidas, a nossa cabeça começa a querer funcionar de forma anómala. Pelo que eu conhecia das minhas irmãs, a ideia seria mesmo essa: deixar-me completamente louca para passar a ser um joguete nas suas mãos e passar a alinhar em todos os seus caprichos. Por isso foi uma luta tirânica aguentar tudo, as torturas e o sexo sem prazer; mas eventualmente consegui manter-me lúcida e rebelde – com a ajuda da minha família, tendo-os sempre na mente…

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

A troca

(história anterior)

O facto de estar metido numa família de mulheres manipuladoras faz com que já me tenha habituado a situações em que, muitas vezes, o que parece não é. Nisso Andreia é a pior de todas: o facto de a minha cunhada/ex-mulher ser extremamente parecida com Ana faz com que, sempre que ela tem uma “comichão”, assuma o lugar da irmã e me tente seduzir. E não nego que muitas vezes eu deixo-me enrolar por ela, algumas enganado e outras com consciência de quem ali está de verdade – aliás, eu tenho uma teoria: sempre que Ana me aparece à frente toda ousada e provocante, sempre que o seu “lado dominante” está em evidência, na realidade quem tenho ali é Andreia.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

A cobaia da Doutora Rostovseva (parte 3)


Absorta nos meus pensamentos, não dei pelo regresso de May Chiang nem pelo que ela fez a Lin Pei. Só acordei para a vida quando esta se jogou para cima de mim e senti algo pontiagudo tocar-me no clitóris… fazendo-me gritar de surpresa.

segunda-feira, 30 de abril de 2018

A cobaia da Doutora Rostovseva (parte 2)

continuação...

Então ela subiu para cima da maca, deitando-se por cima de mim e encostando o seu órgão à minha ratinha. Olhei rapidamente para as suas duas ajudantes mas elas quedavam-se imóveis a olhar para nós com um sorriso malandro.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

A cobaia da Doutora Rostovseva (parte 1)

(história anterior)

Abri os olhos lentamente, sentindo a inconsciência abandonar o meu corpo, deixando-me de novo desperta e capaz de me aperceber de tudo à minha volta. Estava deitada num sítio húmido e frio, iluminado unicamente com uma lâmpada que baloiçava por cima de mim e cujo raio de acção não deixava ver nada mais em meu redor. Como não poderia deixar de ser, estava presa a algo, pois os meus pulsos não se mexiam e estavam abertos, da mesma maneira que os meus tornozelos; quanto à minha boca, sentia algo metálico enfiado entre os dentes que me fazia tê-la aberta. Olhei para o meu corpo e vi-me totalmente nua.

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

A cadela (parte 4)


Quando chegámos a casa, fui guiada para o jardim, sendo presa do outro lado da casinha de Roscoe, perto de uma torneira de água. Brian atarraxou-lhe uma mangueira com uma pistola na ponta e abriu-a, apontando-a para mim.
- Altura de te limpares, porca! – e carregou no gatilho da pistola.