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segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Deboche nocturno


A partir do momento que Marco decidiu passar a ser a “Barbie” de Paula, a sua vida transfigurou-se por completo. Aliás, chamar-lhe “Marco” seria impreciso, uma vez que ele assumiu o seu alter-ego de Mónica quase em permanência. E, como tal, sob indicação de Paula, a crossdresser começou um tratamento hormonal destinado ao acentuar de aspectos femininos, como os peitos e a fisionomia, e começou a trabalhar mais o físico de forma a reduzir a massa muscular. Despediu-se também do seu trabalho como informático e, algo a contragosto, foi tirar um curso de esteticista, arranjando um trabalho numa cabeleireira não muito longe de casa e cuja dona era amiga de Paula.
Na intimidade com Paula, se Mónica já andava sempre vestida de forma atraente, nesta nova fase ela passou a andar sempre de lingerie provocante e o mais decotada e transparente possível; a esposa fazia-a andar todos os dias com um “tampão” – que mais não era do que um plug com um fio na ponta, que andava sempre enfiado no rego da crossdresser e que a Dominatrix adorava puxar sempre que passava por ela – e, sempre que faziam amor, era Paula que penetrava Mónica, uma vez que, para além de ser esta a dominante da relação, aquela continuava com o seu órgão sexual enfiado num cinto de castidade.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Opção definitiva (parte 2)

continuação...

A tarde deu lugar à noite e, à medida que as horas iam passando, Mónica reparou que Paula se ausentou por diversas vezes para falar ao telemóvel; pensou interrogá-la a esse respeito, mas acabou por se deixar ficar calada, preocupando-se mais em apanhar Sol e em dar alguns mergulhos na piscina.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Opção definitiva (parte 1)

(história anterior)

Depois de uma luta titânica, Marco respirou fundo e olhou para o cadeado minúsculo de plástico que tinha na mão. A partir do momento em que o colocasse no orifício principal do CB-6000 de acrílico transparente, não havia volta a dar: os seus genitais ficariam trancados enquanto Paula quisesse. A esposa havia falado naquela ideia algum tempo antes mas sem o impor; e o facto é que ela havia amadurecido na cabeça de Marco até este considerar que, de facto, fazia sentido ele usar um cinto de castidade: Paula já o controlava totalmente em todos os aspectos da sua vida, era perfeitamente normal que ela também comandasse os seus orgasmos. Assim, ele encomendou um e passou perto de uma meia-hora a tentar colocar os seus genitais dentro daquele espaço apertado – com um balde de gelo ao lado para aliviar as erecções provocadas pelo muito mexer no pénis. E só faltava a última tranca, que manteria o cinto de castidade em posição. Marco engoliu em seco, pegou no mini-cadeado e colocou-o no orifício, deixando de fazer força assim que ouviu o “click”. Depois pegou na chave do cadeado, meteu-a numa caixinha pequena, meteu-a no bolso do casaco, ajeitou a roupa e saiu da casa de banho do trabalho, tentando habituar-se à sensação de ter uma carapaça de acrílico a cobrir-lhe os genitais.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Noite de gajas

(história anterior)

Mónica olhou-se ao espelho e começou a arrumar os objectos de maquilhagem no estojo. Enquanto o fazia, pensava nas circunstâncias daquela saída com Susana. OK, ela era uma conhecida longa data de Paula e já tinha estado com o casal em diversos eventos, tendo visto a crossdresser inúmeras vezes. Todavia, era a primeira vez que se combinava uma “saída de miúdas” – o termo que Paula usava para aquela noite – e era um nadinha suspeito que apenas se tivesse convidado uma outra rapariga para as acompanhar. Mas Mónica confiava implicitamente na esposa: com um encolher de ombros, ela sorriu e saiu do quarto, onde Paula já a esperava.
- Estava difícil, hein? – admoestou-a ela.
- Desculpa, amor. – desculpou-se Mónica – Sabes que isto de me transformar em Mónica demora tempo…
Paula soltou uma gargalhada.
- Vá, andamento, não Me apetece deixar Susana à espera.
Deram um beijo e saíram de casa.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Até que a morte nos separe

(história anterior)

Mónica saiu da piscina, ajeitando o seu fato de banho e cobrindo a sua masculinidade. Enquanto se dirigia para a espreguiçadeira colocada à beira de água, pensou em como tinha adorado ter sido comida dentro de água. Por vezes, a crossdresser achava Paula algo doida… mas o que é certo é que Mónica adorava tudo o que a namorada a “obrigava” a fazer. Ela deitou-se na espreguiçadeira e colocou os óculos de sol, olhando para o sítio onde Paula havia desaparecido, e interrogou-se sobre o que estaria a Dominadora a preparar. Uns momentos mais tarde, ela lá reapareceu, sempre bamboleando as ancas, com uma caixinha pequena na mão; Paula deteve-se à beira de Mónica e ajoelhou-se.

terça-feira, 7 de abril de 2015

À beira da piscina

 (história anterior)

Paula foi andando pela borda da piscina, bamboleando as ancas desde que saíra do interior da casa onde estivera a mudar de roupa, e parou ao chegar à zona dos chapéus-de-sol e das espreguiçadeiras. Trazia um sorriso aberto nos lábios; na cabeça, um chapéu de palha, e no corpo um biquíni azul extremamente diminuto. O seu longo cabelo negro estava enrolado numa longa trança, que balançava após cada passo seu.
- Então, Mónica, que tal está a água? – perguntou, ao sentar-se numa delas.
Marco olhou para a namorada, com um sorriso tímido.
- Está óptima, Amor. – respondeu, de voz aguda.

domingo, 13 de novembro de 2011

Cuidados domésticos

(história anterior)

Depois dum dia intenso no trabalho, Marco chegou a casa, ambicionando relaxar embarcando numa sessão de “dolce fare niente”. Ligou a TV, procurou um canal que estivesse a dar um jogo de futebol e, aumentando o volume, foi tomar banho.
Um quarto de hora depois, em que ele se livrou da tensão – e da sujidade – Marco fechou a torneira e saiu da casa de banho, limpando o corpo à toalha. Foi ao quarto para buscar uns boxers, preparando-se para uma tarde de relaxamento enquanto esperava que Paula viesse do trabalho.

sábado, 26 de dezembro de 2009

No Vasco da Gama

“Olá, Mónica, hoje adorava almoçar contigo. Fiz marcações no Portugália do Vasco da Gama para as 13h, tenta não te atrasar, sim, querida? Beijos, Paula”

Marco releu a mensagem no seu telemóvel, e suspirou ao confirmar o que lá vinha escrito. Nervosamente, pousou-o na mesa de cabeceira, tentanto arranjar uma solução. A sua namorada havia-o chamado pelo seu nome feminino, o que significava que ele teria de ir ao almoço vestido com as roupas que Paula havia comprado para ele: roupas de mulher. E, para piorar as coisas, o seu carro estava no mecânico…