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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Festas em privado

(história anterior)

Quando a minha Dona me começou a explicar os detalhes da prenda que queria dar à Convidada, para celebrar o seu aniversário, confesso que comecei a sentir um arrepiozinho bem gelado a percorrer-me a espinha. Ela contou-me algumas das conversas que ambas haviam tido nas semanas anteriores, principalmente aquelas de cariz mais íntimo e que haviam dado uma ideia à minha Senhora. Devo confessar: a Sua ideia fez-me engolir em seco... e, ao mesmo tempo, provocou-me uma erecção.

segunda-feira, 28 de março de 2016

Duas senhoras e uma puta

(história anterior)

- Assim? – perguntei, bamboleando mais as ancas.
- Hmm, sim, está melhor. – comentou a minha Dona.
- Por mim, se quiseres abanar esse cu mais um bocado, perfeito! – riu-se a Convidada.
Sorri e continuei a desfilar pela casa, fazendo os possíveis por ser o mais ousado possível.
Estávamos na casa onde eu e a minha Dona passávamos uns dias de vez em quando e havíamos convidado a nossa Convidada para passar a tarde connosco, aproveitando que ela tinha a tarde livre. Eu não sabia o que me esperava ainda quando Ela me falou do convite que havia feito, mas fiquei logo com a pulga atrás da orelha. E as dúvidas transformaram-se em certezas quando recebi a ordem para ir vestir algo sexy.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Duas lésbicas

 (história anterior)

- Senhora, por favor, isso não… – supliquei, fazendo olhos de cachorrinho para a minha Dona.
- É a Minha vontade, é a Minha ordem. Por acaso estás com vontade de Me desobedecer? – Ela olhou-me de soslaio.
- Não, mas… Senhora, sabe que eu odeio aquelas coisas…
- Pois sei. Por isso mesmo vais usá-las. E se reclamares muito, faço-te usá-las todos os dias.
Estarreci. Se eu já me sentia desolado por ter de andar com algo que eu odiava durante uma tarde, fazê-lo todos os dias era demasiado. Assim, engoli o meu orgulho, peguei em mim e regressei ao meu quarto.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Puta

(história anterior)

Pela centésima vez agitei-me na cama, tentando ver se as minhas amarras cediam, pela centésima vez percebi que os meus movimentos eram inúteis: a minha Dona havia-me amarrado bem. Apenas desejava que Ela não demorasse muito a regressar, pois já havia saído havia algum tempo e estar deitado numa cama envergando apenas uma camisinha de noite transparente, uma tanguinha, cinto de ligas, meias de nylon e sapatos de salto alto não fazia com que eu me sentisse muito quente…

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Tarde a três

(história anterior)

“Quero que tenhas todo o tipo de experiências, que experimentes tudo aquilo que tens direito”. As palavras da minha Dona ecoaram-me na memória mais uma vez, assim que ouvi a campainha de casa, sinal de que a Sua Convidada havia chegado. Levantei-me e fui até à porta, abrindo-a para a deixar entrar, sentindo um nervoso miudinho dentro de mim.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Festa de anos de um submisso

 (história anterior)

Engoli em seco assim que a porta se abriu. Não era a primeira vez que entrava naquele espaço (afinal de contas as pessoas dali já me conheciam), mas era por ser a minha festa de anos. O que me estaria reservado para aquela tarde-noite?
Durante a semana anterior, eu tentara sacar nabos da púcara à minha Dona, tentar descobrir o que Ela e a Sua Amiga estavam a planear fazer na festa, mas Ela fechara-Se em copas e não Se descosera. Assim, apenas me restou esperar pela chegada de sábado à tarde.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Cuidar da Dona

(história anterior)

A minha Dona aleijou-Se. Num dia em que fomos à Sua praia preferida com amigos, após o piquenique do almoço, numa brincadeira, Ela acabou por ficar com uma dor nas costelas. Depois de alguns exames nos dias seguintes, a minha Dona ficou a saber que não era nada de mais mas a dor continuava. Por isso, tomei a decisão de fazer os possíveis por ajudá-l’A a recuperar, por muito pouco que eu entendesse de saúde, devo admitir. Mas, mais não fosse, podia sempre distraí-l’A…

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Emprestado

 (história anterior)

A minha Dona tem uma Amiga. Uma amiga especial, que sempre A tem apoiado nos momentos difíceis. A Amiga não é muito dada a BDSM, só a umas brincadeiras light: a sua onda não é essa. Mas isso não significa que não goste de se divertir, conseguindo até vestir-se de forma bastante provocante e dando beijos a homens e mulheres. Apesar disso, ela tem uma relação estável (depois de ter saído de um relacionamento volátil que a desgastou). No seu aniversário, como prenda de anos, a minha Dona decidiu “emprestar-me” à Sua Amiga para lhe fazer uma massagem aos pés – algo que ela adora – mesmo sendo Ela tremendamente ciumenta e odiando a ideia de ver outras pessoas comigo… o que me colocou sob enorme pressão: se a minha Dona confiava nela o suficiente para me ceder durante algum tempo (mesmo sob a Sua supervisão), era sinal que aquela pessoa era extremamente importante para Ela. Por isso, eu tinha de fazer um trabalho bem feito.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Contra a parede

- Experimenta este. – disse-me Ela, entregando-me um frasquinho pequeno.
- Sim, Senhora. – assenti, sentando-me na cadeirinha de vime e colocando o pé direito em cima do banco que estava à frente. Suspirei ao sentir as minhas nádegas nuas em contacto com o assento, e aquele movimento fez mexer o plug anal que tinha dentro de mim. Respirei fundo.
Desenrosquei a tampa daquele frasco de verniz, verificando que era o preto; mergulhando o pincel dentro do frasco, dobrei-me e comecei a pintar as minhas unhas do pé direito, lentamente, tentando que ficassem decentes. Não que as minhas precisassem de ficar perfeitas, mas dava-me jeito a prática… Assim que as do pé direito ficaram prontas, passei para o outro pé, colocando-o em cima do banco e tirando o outro lá de cima.