segunda-feira, 14 de maio de 2018

A cobaia da Doutora Rostovseva (parte 3)


Absorta nos meus pensamentos, não dei pelo regresso de May Chiang nem pelo que ela fez a Lin Pei. Só acordei para a vida quando esta se jogou para cima de mim e senti algo pontiagudo tocar-me no clitóris… fazendo-me gritar de surpresa.

- Lin, não sejas bruta! – ouvi a voz de Yelena.
Lin pareceu soltar um grunhido de resignação e o dildo que ela tinha preso ao baixo-ventre (pois era isso que May lhe havia colocado) começou a mover-se de forma lenta.
- May Chiang nunca se queixal, Doutola. Eu podel fodel ela à bluta.
- Sim, mas Ana não é May, é nossa convidada e está a ajudar-nos com a nossa pesquisa. Por isso não é para ser magoada. Senão eu chateio-me contigo. E sabes o que acontece quando me chateio contigo…
- Sim, Doutola. – o tom dócil de Lin surpreendeu-me: não esperava que ela acatasse ordens com aquela prontidão!
E, de facto, Lin Pei passou a enfiar o seu falo artificial em mim com mais delicadeza, com mais lentidão, procurando que ele entrasse totalmente em mim e só depois iniciando a viagem de saída… será que ela estava a tentar que eu sentisse prazer? Ou foi apenas impressão minha? O que é certo é que as minhas dores começaram a passar para segundo plano, pois o trabalho que aquele strap-on estava a fazer começava a dar frutos: comecei a sentir-me “aquecer”…
- Isso, May, não palal! Hmmmmm… tua língua sel boa, muito! – ouvi Lin gemer, sempre sem parar de se mexer em mim.
Olhando à distância, era muito esquisito ver andróides a ter prazer como se fossem humanos. Mas o comportamento daquelas duas entidades (nem sei como as designar) desafiava a lógica, pois não agiam conforme a nossa ideia de seres artificiais: de facto, se Yelena não tivesse dito que Lin e May eram produto do seu trabalho, nunca acreditaria – apesar do seu aparente desprezo pelo bem-estar alheio. E naquele momento, para mim, aquelas duas eram pessoas de carne e osso, com uma delas a enfiar-me um dildo na ratinha e a outra a estimular a parceira. E Lin, que até então havia sido delicada (o que era de admirar!), começou a penetrar-me com mais força, sendo mais brusca nas suas penetrações, e enfiou-me os dedos na boca, se calhar com ideia que eu os chupasse mas mais perto de me fazer vomitar que outra coisa…
De súbito, ouvi um apitar electrónico proveniente dos monitores a que eu estava ligada.
- Pronto, minhas meninas, podem parar, já tenho tudo o que preciso. – ouvi a voz de Yelena.
- Agola não, Doutola! May…
 Lin começou a responder mas foi interrompida por um enorme gemido de prazer, seguido de outro e de mais outro; e o seu strap-on, que entrava e saía de mim freneticamente, passou a penetrar-me com duas velocidades: a entrada mantinha-se rápida e potente, enquanto a saída passou a ser lenta e delicada. Não sabia se Lin estaria a provocar-me ou se aquilo seria reflexo do seu orgasmo… ou de algo que se assemelhava a um orgasmo, pelo menos: não acreditava que andróides, por muito parecidos a humanos que pudessem ser, atingissem o prazer como nós, ou soubessem sequer o que era isso! Mas o que era certo é que Lin Pei, aquela pessoa artificial de olhar frio e cabelo entrançado, estava a comportar-se como se tivesse atingido o clímax.
- Lin, já estás satisfeita? – voltei a ouvir a voz de Yelena, assim que os gritos da andróide se deixaram de ouvir.
- Sim, Doutola. Lin Pei estal satisfeito.
- Então sai da nossa convidada e tira a pobre May do teu traseiro, se não te importares! Sabes bem que não me dei a este trabalho todo apenas para tu gozares! – Yelena parecia irada.
- Pedilpedil desculpa, Doutola. – respondeu Lin, com uma vozinha de quem parecia tentar controlar uma crise de choro, enquanto sentia o seu strap-on a sair da minha ratinha – Eu entusiasmal
Yelena aproximou-se de mim e começou a tirar-me os fios que tinha presos à cabeça.
- Um dia, Lin, eu juro que te racho a cabeça e te troco o chip linguístico. Essa tua pronúncia é divertida mas às vezes irrita-me… Bom, Ana, – aqui ela olhou para mim – espero que as minhas meninas não a tenham magoado muito. Tudo isto foi necessário, lamento-o, mas não havia outra forma de obter os dados que precisava. Lin, May, tirem esta sucata toda do corpo da nossa convidada.
May ergueu-se e aproximou-se de mim, sendo seguida de Lin; e não pude deixar de reparar na substância esbranquiçada que impregnava os lábios e o queixo do elemento mais dócil do duo. Ambas foram-me tirando os pauzinhos que me entalavam a língua, os lábios da boca e os mamilos, as ratoeiras que expandiam os meus lábios vaginais; e fiquei à espera que me tirassem o plug anal… mas, em vez disso, foi-me retirada a armação metálica da boca: pela primeira vez em horas, pude fechar a boca – e o maxilar já me doía de tanto estar imóvel!
- Que me vão fazer? – perguntei, com voz rouca: tinha a garganta seca por ter ficado praticamente sem saliva.
- Como assim, Ana? – Yelena aproximou-se de mim com uma garrafa de água e despejou-me um bocado dela na boca – Acha que lhe vamos fazer alguma coisa?
- Dra. Rostovseva, não…
- Oh, por favor, chamo-me Yelena, dispenso os formalismos!
- … não acredito que me deixe ir assim embora, sabe que assim que eu chegue a casa vou à Polícia denunciá-la e avisá-la de rapto e abuso sexual…
- Ana, eu preferia que não o fizesse, sinceramente. – respondeu ela, com voz triste, enquanto me acariciava o cabelo – Talvez tenha passado um bocadinho dos limites, admito, mas entusiasmei-me… não é todos os dias que temos visitas aqui no laboratório, e tão bonitas ainda por cima! De qualquer maneira, a Ana chegará a casa sã e salva, sem nenhuma sequela dos testes, por isso não vejo motivos para ficar assim tão furiosa comigo… – uma pausa – Para além disso, eu assim nunca lhe poderia dizer coisas sobre a sua família que a Ana nem faz ideia…
- Como assim?! Que coisas?!
Naquela altura, May, que se havia afastado, regressou à nossa beira com um rolo de fita adesiva. Yelena assentiu e a andróide começou a cortar tiras de fita, tratando de me fechar os lábios com elas.
- Noutra altura, doce Ana. Como lhe disse, apenas lhe posso dizer alguma coisa se chegar bem a casa, sem incomodar ninguém; não faria sentido se fosse ao contrário. Assim que a Ana retome a sua vida normal, convido-a para um café e aí posso falar-lhe sobre a história da sua família. Lin, May, podem levá-la a casa?
- Sim, Doutola. – respondeu Lin Pei.
- Adoraríamos, Dra.! – acrescentou May de forma entusiástica.
Os meus pulsos e tornozelos foram libertados da maca em que estivera deitada horas a fio e dois pares de mãos, fortes como tenazes, ergueram-me e meteram-me de pé no chão; e tive logo arrepios ao sentir as plantas dos pés em contacto com o chão frio. Os meus pulsos foram algemados atrás das costas, ao passo que um outro par de algemas, de corrente mais larga, foi fechado em redor dos meus tornozelos; e, para finalizar, Lin atou-me uma corda ao pescoço – com um nó que parecia ser corredio…
- Ana, fico em dívida consigo pela sua colaboração na minha experiência. Sem a Ana, nunca poderia ter a oportunidade de terminar o meu projecto. – enquanto falava, Yelena ia-se aproximando até ficar encostada a mim, colocando-me os braços em cima dos ombros – Espero com toda a sinceridade que nos voltemos a ver e que eu lhe possa mostrar o resultado da sua colaboração comigo.
Deu-me um beijo na testa e outro, mais prolongado, na minha boca selada.
- Até à próxima, querida Ana. – olhou para Lin e May e fez-lhes sinal com a cabeça.
Os dois pares de mãos agarraram-me pelos braços e levaram-me por uma porta, com Lin Pei a enrolar a outra ponta da corda que eu tinha ao pescoço em volta do seu braço. Seguimos por mais algumas portas, todas elas com fechadura electrónica, até que chegámos a uma espécie de garagem com uma carrinha escura; ao lado havia uma pilha de chapas de matrícula.
- Entlal. – ordenou Lin, abrindo a porta de trás e empurrando-me lá para dentro, deixando deitada na traseira da carrinha e com a corda do pescoço atada ao gradeamento da frente; depois a porta foi fechada à chave e, após alguns instantes, a carrinha começou a trabalhar e começámos a andar.
A viagem não foi muito longa, mas os meus nervos fizeram-na gigantesca. Não conseguia deixar de pensar no que me iria acontecer, do que iriam aquelas duas fazer-me mais. Não acreditava que elas me deixassem sair com vida daquela alhada apesar do tom aparentemente sincero e prazenteiro com que Yelena se despedira de mim e falara em voltar a ver-te; e mais a mais ela podia ser uma grande actriz e apenas dissera aquilo para que eu não me tentasse escapar (apesar de não saber como o poderia fazer). Tudo iria depender do cenário que me iria aparecer assim que aquela porta se abrisse…
Assim que parámos o motor da carrinha se deixou de ouvir, virei-me para trás, para a porta, preparando-me para o meu destino; todavia a primeira coisa que apareceu foi o foco de uma lanterna que me acertou nos olhos, cegando-me por alguns momentos; e nesses momentos a corda foi-me retirada do pescoço e fui puxada para fora da carrinha. Os meus ouvidos não captaram som nenhum à nossa volta: era como se estivéssemos num descampado, o que era muito mau sinal. Aquelas mãos fortes como tenazes voltaram a arrastar-me pelos braços, enquanto eu abria e fechava os olhos sem cessar, tentando ver alguma coisa.
- Aqui. – ouvi a voz de Lin.
Parámos; e, após as algemas que me prendiam os pulsos me terem sido retiradas, as mãos atiraram-me com força para o chão, comigo a aterrar num pedaço de terra algo mole – havia chovido poucos dias antes. A meu lado, aterrou uma pá.
- Levanta. Tu cava bulaco. Complido. – declarou Lin Pei, com indiferença – Se tu tental fugil, eu apanhal tu e eu matal tu.
Não sei bem porquê, levantei-me do chão, peguei na pá e obedeci àquela ordem, enterrando a pá no solo e começando a abrir um buraco. Em condições normais, eu teria tentado qualquer coisa, mesmo que uma delas me matasse a seguir (nunca poderia fugir para muito longe graças às algemas que tinha nos tornozelos): antes morrer livre que de joelhos e a implorar pela vida; todavia toda a minha determinação havia pura e simplesmente desaparecido! Lin Pei e May Chiang continuaram sempre perto de mim, com a primeira a apontar a sua lanterna para o sítio onde me encontrava a escavar o buraco – ou coval? Aquele buraco não podia ser outra coisa, afinal de contas para que se manda as vítimas de rapto abrir buracos em descampados senão para as matar e enterrar lá?
Algum tempo depois, já eu tinha uma horrível dor nas costas e nos braços e o buraco tinha alguma profundidade, ouvi a voz de Lin:
- Palal. Estál bom assim. Sai de bulaco.
Fiz os possíveis por sair de dentro da cova, com a corrente que tinha nos tornozelos a causar-me estorvo, e, assim que o consegui, fui novamente agarrada e voltei a ter os pulsos algemados atrás das costas; logo de seguida, fui atirada para dentro do buraco que eu abrira.
- Minha adorada, porque tens de ser tão bruta para Ana? Ela não nos fez mal… – a voz de May Chiang parecia triste – Já basta o que lhe vamos fazer…
Ouvi o som de uma bofetada.
- Calal boca, May Chiang! Ou tu juntal a ela em bulaco!
No instante seguinte, senti alguém ajoelhar-se dentro da vala, à minha beira; fui virada de barriga para cima, sentindo os torrões de terra mais duros e as pedrinhas minúsculas a enterrarem-se nas omoplatas, e duas mãos abriram-me as pernas.
- Sel despeldício não gozal tua coisinha uma última vez. – continuou Lin Pei, com um quase imperceptível tom de gozo na voz.
À luz da lanterna que May Chiang segurava, pude ver uma protuberância alongada a sair-lhe do baixo-ventre: só podia ser um strap-on. Lin Pei deitou-se por cima de mim e enfiou aquele dildo na minha ratinha com mais brusquidão com que o fizera no laboratório da Dra. Rostovseva e sem qualquer espécie de lubrificação.
- Que ferocidade, minha amada… – comentou May.
Lin Pei ignorou o comentário, rosnando sempre que aquele órgão entrava na sua totalidade em mim. Era quase como se ela sentisse o que estava a fazer e o facto de estar a violar a minha ratinha a excitasse! Como não podia deixar de ser, senti os olhos humedecerem-se e a vontade de chorar a regressar, mas ainda me consegui controlar, não lhes querendo mostrar como me sentia.
Com a mesma brusquidão com que eu fora penetrada da primeira vez, aquele pénis artificial saiu de mim; duas mãos voltaram-me de barriga para baixo, com os meus seios magoados a sentirem também eles as pedrinhas… e o plug anal foi-me retirado com lentidão, para de seguida Lin se deitar mais uma vez sobre mim, apertando-me contra o solo irregular, e voltar a enterrar o seu pénis em mim com a mesma sofreguidão de antes, mas desta vez no meu cuzinho. E eu não aguentei mais: comecei a chorar convulsivamente, sentindo a terra a colar-se-me à cara; só que ela estava autenticamente a rebentar-me com o meu traseiro!
- Que sortuda, Ana… – lamentou-se May Chiang – Lin nunca me come assim…
A sua voz foi interrompida por um grito de Lin Pei, com esta a começar a gemer; as suas penetrações abrandaram e diminuíram de potência e, pouco depois, ela acabou por me tirar a pila do cuzinho, deixando-a encostada às minhas nádegas… senti algo escorrer da ponta, um líquido muito semelhante a sémen! Só podia ser daqueles dildos que largam uma substância parecida… só podia! Escusado será dizer que sentia dores horríveis no meu traseiro, que não melhoraram em nada após Lin me ter voltado a colocar o plug, o que me fez continuar a chorar como uma criança. E fiquei a chorar enquanto Lin se levantava.
- É altula.
- Tem mesmo de ser, minha adorada? Ela é tão bonita, tão dócil…
- Sim.
Duas mãos agarraram-me por baixo dos braços e arrastaram-me para fora da vala, com os meus joelhos a irem de rastos pelo chão. Fui colocada de joelhos à beira da vala, com uma mão a agarrar-me no cabelo para me manter naquela posição e de cabeça baixa; e ouvi o som de um estalido – muito semelhante ao de uma arma a ser engatilhada…
- Ana, Doutola não quelel tu molta. Mas tu tel que molel. Tu sabel tudo soble nós. Doutola falal demais. Doutola muito ingénua. Boa pessoa. Nós dal volta a ela. Dizel que tu tel acidente.
- Desculpe, Ana… – a voz de May era quase um murmúrio – A minha amada é quem manda… eu tentei demovê-la, que arranjássemos alternativas, mas ela é inflexível. Ela manda, eu obedeço…
Ela continuou a falar mas eu já não a estava a ouvir. Tal como eu adivinhava, tudo ia acabar assim, de joelhos num local desconhecido, como uma desconhecida, nua, algemada e amordaçada, violada, assassinada com um tiro na nuca. Nunca mais veria os meus filhos, o meu marido, as minhas irmãs… logicamente, recomecei a chorar. Silenciosamente, desejei que o meu corpo fosse encontrado o mais depressa possível para poupar a agonia à minha família. Assim que senti o contacto na nuca de algo que me pareceu que era o cano de uma arma, fechei os olhos e engoli em seco, soltando um soluço – e senti gotas de urina a escorrer-me às pernas abaixo…
- Adeus. – consegui ouvir a voz de Lin, aquela única palavra que assinalava o final da minha existência no Mundo…
Algo atingiu-me na nuca e cortou-me o fio de pensamento.

- NÃO!!!
A meu lado, houve um movimento brusco como se alguém tivesse dado um pulo.
- Amor, que se passa?! – ouvi uma voz sobressaltada (e familiar) a meu lado. A luz acendeu-se, revelando uma paisagem bem conhecida: o meu quarto.
- Não, não, não, não… – continuei, sentindo as lágrimas inundarem-me os olhos, e comecei a chorar. Dois braços envolveram-me e apertaram-me contra o peito.
- Amor, já passou, já passou… – sussurrou Carlos, dando-me beijinhos na face e passando-me a mão pelo cabelo – Está tudo bem, eu estou aqui… ninguém te faz mal…
Demorei um bocado a acalmar-me, mas com a ajuda dos mimos do meu marido, lá consegui afastar os efeitos imediatos daquele pesadelo. Aquilo havia sido demasiado intenso, demasiado violento – especialmente o final.
- Que se passou, amor? – perguntou ele assim que lá me consegui acalmar.
- Tive um pesadelo horrível… tinha sido raptada e…
- Shhh. – Carlos colocou-me o dedo sobre os lábios – Não preciso de saber. Não o relembres. Esquece-o, não importa. Estás aqui, estás bem, estás protegida.
- Sim… sim, tens razão, amor. Mas pareceu tão real, tão…
- Foi só um pesadelo. Vá, volta a dormir, daqui a nada é hora de acordar mas ainda dá para descansares qualquer coisita.
- Sim… já vou. Primeiro vou à casa de banho.
Levantei-me e fui à nossa casa de banho privativa, mesmo ao lado do quarto, baixei a minha tanga e sentei-me na sanita, sentindo os intestinos cheios… assim como a cabeça. Aquele pesadelo havia sido real demais. Demasiados pormenores, demasiadas agressões… mas não havia passado disso mesmo, de um sonho. Certo?
Enquanto libertava a minha bexiga e tentava fazer o “serviço”, toquei na minha boca, nos lábios e nos maxilares. OK, tudo normal, sem dores. A ponta da língua, igual. Os meus mamilos, a mesma coisa. A minha barriga, idem aspas. Os meus lábios vaginais, tudo impecável. O meu rab…
Assustei-me quando a minha mão viajou da minha ratinha para o meu posterior e tocou em algo que não devia lá estar, algo sintético: um círculo, ou assim parecia. Puxei-o e senti o meu esfíncter anal a ser forçado a abrir por algo que eu tinha dentro de mim… Relaxei ao máximo (ou tentei, pois a situação era confrangedora) e fiz o esforço de tirar aquele objecto de dentro de mim; depois de um par ou dois de minutos, lá consegui tirar aquele plug de dentro de mim… e sobressaltei-me ao olhar para ele: era escuro, tinha uns 10 cm de comprimento por 2 ou 3 cm de grossura. Era exactamente igual ao que me haviam enfiado no meu pesadelo! E eu nunca havia visto aquele plug antes!
Senti um arrepio gelado percorrer-me a espinha. Seria caso que aquilo tivesse sido mesmo verdade? Mas o meu corpo não tinha nenhuma mazela (e as duas andróides haviam sido brutas comigo, não esquecer!), apenas aquele plug que tinha aparecido de parte incerta, e não havia indícios de eu ter estado desaparecida…
Afinal de contas, o que raio havia acontecido comigo?!

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