Assim que Tommy me mostrou imagens da amiga, o meu coração falhou um batimento e fiquei embasbacada a olhar para ela.
- Meu Deus… – não consegui deixar de dizer.
O seu nome artístico era “Ugaarsade”1. Era uma mulher de pele cor de ébano, alta e esguia, de porte musculado; tinha o cabelo totalmente rapado, uns olhos negros felinos e lábios grossos. Nas imagens, ela estava sempre em poses dominantes, numa delas segurando um chicote com ar de quem sabia utilizá-lo. Então uma das últimas mostrava-a totalmente nua e soltei um gemido de surpresa:
- Ela é uma shemale?
- Sim, é. Disfarça bem, não é? – riu-se Tommy, olhando para mim divertida.
- Se não a visse nua, nem percebia!
Voltei a ver aquela imagem: Ugaarsade estava nua, segurando na mão esquerda um longo bullwhip enquanto com a mão direita agarrava o seu órgão genital: era grande, ultrapassava e bem a largura da mão, e parecia ter uns 15 ou 20 cm de comprimento.
- Tommy, tens de me arranjar o contacto dela.
A minha agente soltou uma gargalhada.
- Queres-te envolver com ela, não queres?
- Eu… sim, querida, quero. – sussurrei, engolindo em seco. Porque será que os meus desejos carnais batem sempre tão fortes?
- Hmm… um aviso: ela é extremamente racista, por isso prepara-te para seres humilhada até mais não… achas que consegues aguentar?
Ri-me. Isso para mim não era problema.
- E… – continuou ela – qual é o pagamento que me vais dar por isso, para me traíres com outra gaja?
Olhei para ela, vi os seus olhos a arder de luxúria, engoli em seco e assenti:
- O habitual.
