segunda-feira, 8 de agosto de 2016

A gata e a rata

 (história anterior)

Vou ter de confessar algo: ter sido forçada a andar de cinto de castidade não me fez bem nenhum. Pode parecer algo ridículo, mas ter passado semanas em abstinência sexual começou a fazer-me sentir desesperada e algo sedenta de sexo, coisa que eu nunca fora na vida. Mas eu tornara-me dependente de Márcia e de tudo o que ela me fazia, e ver-me privada disso, dos seus estímulos, das suas “torturas”, dos seus abusos, para mim era demais. Todavia, ela havia-me imposto aquela abstinência com um motivo, o de me obrigar a alimentar-me decentemente, e eu eventualmente acabei por o cumprir a ver se voltava a ser a sua puta.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Celebrar o futebol

(história anterior)

- Allez les Bleus! – gritou Ana, toda sorridente.
- OK, OK, já chega. – resmunguei, tentando olhar para a televisão.
Mas a minha esposa, para além de não se calar, ainda se levantou do sofá e começou a cantar aquele “Allez les Bleus!” pela sala, fazendo os possíveis por me picar.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Homofobia

(história anterior)

O Sr. Américo é uma pessoa idosa de 60 e muitos anos de idade, que habita na casa ao lado da nossa. Todavia, quem olhar para ele não lhe dá essa idade, pois ainda é uma pessoa cheia de vida e força. Infelizmente tem um feitio extremamente amargo: do pouco que se foi sabendo sobre ele (pois ele não é uma pessoa sociável), ele nunca casou, apesar de ter um filho algures que não lhe liga nenhuma – ou vice-versa – e isso reflecte-se nas suas interacções com a vizinhança. Nunca ninguém o ouviu dizer um bom-dia, meter conversa com alguém, nada. E ele tem ainda outro enorme defeito: é homofóbico. Por diversas vezes já me mandou bocas ou insultos a mim ou a Márcia, especialmente quando nos vê juntas. Por norma eu ignoro ou viro a cara para o lado, mas a minha marida, como não é de se ficar, acaba por responder à letra.

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Festas em privado

(história anterior)

Quando a minha Dona me começou a explicar os detalhes da prenda que queria dar à Convidada, para celebrar o seu aniversário, confesso que comecei a sentir um arrepiozinho bem gelado a percorrer-me a espinha. Ela contou-me algumas das conversas que ambas haviam tido nas semanas anteriores, principalmente aquelas de cariz mais íntimo e que haviam dado uma ideia à minha Senhora. Devo confessar: a Sua ideia fez-me engolir em seco... e, ao mesmo tempo, provocou-me uma erecção.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Amanda (parte 2)


Uma meia-hora depois, o meu novo corpo feminino já estava tapado. Como, pelos vistos, eu agora era “irmã” daquelas duas malucas, pensei que tivesse de vestir uma farda semelhante às delas; e, naquele momento envergava um vestido verde-marinho e branco a simular uma farda de enfermeira, de manga curta e que me chegava a meio da perna, mas apenas isso. Elas haviam-me calçado daqueles sapatos para andar em pontas, com salto-agulha, e entregaram-me umas canadianas para conseguir andar sem cair; e mesmo assim fui andando apoiado por Ana, enquanto Andreia seguia à nossa frente. 

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Amanda (parte 1)

(história anterior)

Demasiadas destas histórias começam sempre da mesma maneira: com o sujeito a ser colocado inconsciente e a acordar preso a algum lado e à mercê dos seus captores (ou suas captoras), que irão submetê-lo a toda a espécie de torturas e abusos maioritariamente sexuais. Por isso mesmo, vós deveis estar à espera que este seja diferente.

terça-feira, 26 de abril de 2016

Vibrações musicais

(história anterior)

A mudança na meteorologia foi uma bênção: estava a ficar farta e enjoada de tanto tempo com nada mais que chuva e frio. Havia coisas que eu gostava de poder fazer, mas que, enquanto o Sol não aparecesse e viesse acompanhado de alguma dose de calor, teriam de ficar na gaveta. Naquele dia, todavia, era o primeiro em que os termómetros chegariam aos 20 °C, acompanhando um Sol radioso; e, como forma de celebrar, o meu Dono havia caprichado, em relação ao meu look para o dia: estava totalmente coberta por borracha. Tinha um catsuit amarelo, em que apenas tinha a cara descoberta – mas em que Ele me havia colocado um hood transparente a envolver-me a cabeça, apenas deixando os meus olhos, narinas e boca descobertos. Ele havia-me vestido umas cuecas de látex pretas com uns suspensórios, de forma a mantê-las bem apertadinhas na zona do baixo-ventre, para além de luvas compridas e meias, tudo em látex preto. Finalmente, tinha nos pés sandálias de salto alto pretas.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

O play privado

(história anterior)

Depois do meu play com Andreia, Carlos, depois de uma breve conversa com a minha irmã (após a qual ela e Helena desapareceram), levou-me com ele, passeando-me pelas diversas divisões da mansão de Miss Silva, vendo quem lá estava e cumprimentando alguns nossos conhecidos, enquanto eu apenas me limitava a olhar para eles de cabeça baixa após lhes dirigir um cumprimento. O nosso passeio continuou até Carlos soltar um grunhido e virar-se para mim.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

A primeira vez

(história anterior)

Nunca pensei adaptar-me tão bem a ser o escravo sexual da Ma Babanco. Os primeiros dias foram algo complicados para mim, admito, comigo a meter a mão na cabeça sempre que ia à casa de banho e olhava para o meu órgão sexual enfiado dentro de um cinto de castidade, pensando onde me havia metido. Todavia, sempre que olhava nos olhos de Rossana, sempre que via o seu grau de paixão por mim (uma paixão que era recíproca, diga-se), sentia que aquilo valia a pena. Tornei-me totalmente devoto daquela mulata e por ela fiz coisas que nunca, nem nos meus sonhos mais depravados, pensei fazer. Logicamente não perdemos muito tempo a ir morar juntos e, sempre que eu chegava a casa, ela fazia-me colocar plugs no rabo, plugs esses que, a cada dia que passava, iam sendo maiores e mais grossos – tudo para que, dali uns tempos, eu fosse capaz de suportar a sua pila no meu cu e me tornasse verdadeiramente a sua puta. E, invariavelmente, todas as noites eu tinha de lhe dar prazer oral, comigo a chupar-lhe o seu órgão até receber o seu orgasmo na minha boca, na cara, na cabeça ou no corpo, consoante a sua vontade. E, com o tempo, eu comecei a gostar daquela rotina e a ter prazer em ser abusado pela Ma Babanco. Na vida profissional, todavia, tudo continuou sem mudanças. Eu continuei a ser o chefe da empresa e Rossana sempre manteve a postura de secretária, nunca aproveitando o seu poder sobre mim para se beneficiar a si própria nem para tentar ganhar controlo sobre a empresa.
Todavia não quero que fiquem a pensar que a nossa relação apenas envolvia sexo e paixão. Fizemos bastantes coisas juntos, passeámos durante as nossas férias, fomos conhecer as terras-natal um do outro, divertimo-nos, rimos… enfim, a nossa ligação passou de uma relação D/s para algo 24/7, não envolvendo só as regras do BDSM mas também os direitos e deveres de um casal de namorados.
Até que uma noite…

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Nas mãos das SS (parte 2)


Quando Karin e os seus acompanhantes regressaram, quase uma hora depois, verificaram que ambos os homens estavam na mesma posição em que haviam sido deixados. A rapariga agachou-se ao pé deles e reparou em como o rosto de John se encontrava crispado e fechado, como se estivesse cheio de raiva. O baixo-ventre do seu companheiro estava cheio de baba que havia escorrido da boca do piloto.