quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Escravas em celas (parte 1)

(história anterior)

- Glasgow, hein? – perguntou Andreia.
- Sim… o Desportivo vai lá jogar amanhã para a Liga dos Campeões. – respondi, colocando mais roupa dentro a mala de viagem.
Como de costume, quando a equipa de Carlos ia jogar fora de casa, eu acompanhava-o, na condição de “mulher de futebolista” – políticas do clube (mesmo sendo o meu homem o treinador da equipa); a única altura que as mulheres e namoradas não podiam acompanhar os seus respectivos era durante o estágio de pré-temporada. E como, tal como dissera à minha irmã, íamos até à Escócia para defrontar o Glasgow Rangers, era perfeitamente lógico que eu também os acompanhasse. E, para além disso, Tommy – a minha agente – não entrava em contacto comigo a respeito de novos trabalhos havia meses, portanto eu tinha imenso tempo livre…

 
A minha irmã Andreia havia chegado imediatamente após eu ter fechado o saco com todos os sapatos que eu julguei que pudessem ser necessários – mais que suficientes (bastante mais), mas uma rapariga tem de andar sempre prevenida. Ela ia a caminho do trabalho – ela é uma cabeleireira num salão na Amora, Seixal – e havia feito uma paragem rápida para me dar um beijo e devolver uma máquina fotográfica que ela me havia pedido emprestado. Carlos estava na garagem, tentando arranjar um pequeno problema que ele havia descoberto num dos seus carros na noite anterior.
- Nunca estive em Glasgow. – declarou Andreia.
- Nem eu. Estive em Inglaterra imensas vezes, mas nunca fui assim tão para norte.
- Pois. – ela olhou para a montanha de sacos e malas que eu tinha ali – Deixa-me adivinhar: ele vai levar apenas um saco com um par de camisolas e um par de calças de ganga, certo?
Assenti, com um sorriso triste.
- Aquele rapaz nunca mais aprende… A Escócia não é tão amena como Portugal, e ele devia saber disso. – a minha irmã abanou a cabeça.
- Eu sei, eu disse-lhe imensas vezes que ele não devia ser tão descuidado com a quantidade de roupa que ele leva consigo.
- Pois, essa é a palavra que melhor o define: descuidado.
Fui ao armário mais próximo para tirar de lá mais um saco de viagem. Ainda tinha um casaco ou dois que queria levar… afinal de contas, o tempo na Escócia é tudo menos certo. Os olhos de Andreia seguiram-me.
- E a Ellen, como vai? – perguntei.
- Melhor que nunca. – respondeu ela alegremente – Foi uma viagem longa e custosa, mas finalmente consegui domesticá-la. Neste momento, ela é tão dócil e submissa como, ehm…
- Eu? – olhei para ela, com um casaco nas mãos.
Andreia ia para responder quando o telefone de casa começou a tocar. Suspirando, virei-me para trás, largando o casaco, e fui até à mesinha onde o aparelho estava.
- Está? – perguntei assim que atendi.
Ninguém respondeu. Atrás de mim, pude ouvir os saltos das botas de Andreia no chão.
- Está? – repeti.
Mais uma vez, nada.
- Sim?
Subitamente, fui agarrada por trás. Não tive qualquer tempo de reagir antes de sentir uma agulha penetrar-me no pescoço. Quando o braço que me sustinha me soltou, pude finalmente olhar para trás, ficando chocada por ver Andreia com uma seringa vazia na mão e um sorriso manhoso na cara.
- Querida, não creio que estejas em condições de ir até Glasgow… – e riu-se.
Abanando a cabeça, comecei a sentir-me zonza e confusa. A minha visão começou a desfocar, a minha audição parou, a minha boca recusou-se a obedecer à minha vontade de chamar cabra à minha irmã e, finalmente, as minhas forças desapareceram: acabei por cair no chão sem sentidos.

Quando abri os olhos, a primeira coisa em que reparei foi nas barras metálicas que me rodeavam. Parecia estar numa cela iluminada por lâmpadas de fraca qualidade – para além de serem em número reduzido – e húmida, com um chão de cimento muito frio na zona onde eu estivera deitada. Estava praticamente nua, vestindo apenas uma tanga e uns sapatos pretos de salto alto e tendo ao redor do pescoço a minha habitual coleira. Andreia tinha de ser responsável por aquilo…
- Mas que… – comecei, tentando perceber onde me encontrava.
- É uma cela, Ana. – ouvi uma voz conhecida, não muito longe de mim.
Olhei em redor e, com auxílio da fraca iluminação, pude ver um vulto um pouco mais distante, encostado à parede e separado de mim por intermédio das mesmas barras metálicas que havia visto. E apesar de a luz ser fraca, ainda consegui reconhecer quem ali estava.
- Ellen?
- Sim. Olá, Ana… pena voltar a encontrar-te nestas circunstâncias.
A namorada da minha irmã tinha um look idêntico ao meu: coleira, tanga e saltos. Estava sentada no chão de costas contra a parede. Graças à claridade das poucas lâmpadas que funcionavam, lá pude ver a sua cara bonita – com um ar de resignação – de olhos negros, a sua cara arredondada e os seus lábios de médio tamanho. O seu cabelo escuro estava livre, chegando-lhe aos ombros. Ela parecia estar um pouco magra demais, julgando pela estrutura do seu corpo e cintura apertada, mas ainda assim o seu busto era jeitoso e as suas ancas roliças. E claro, havia aquele alto na sua tanga. A sua anormalidade. O seu pénis.
- Como é que vieste aqui parar? – perguntei-lhe, sentando-me o mais próximo dela que pude.
- Há uns dois dias, tive uma noite tórrida de amor com a tua irmã… e acordei aqui, nestes preparos.
- A minha irmã abusa, às vezes…
Ellen olhou para mim.
- Se fosse só ela…
- Como assim? – perguntei, sentindo-me gelar.
- Há uma outra mulher com ela, nunca a havia visto antes… e ela…
- Ela o quê? Ellen, que se passou?
Ellen baixou os olhos e não conseguiu dizer nada.
- Bem me parecia que tinha as orelhas quentes… – uma voz feminina ecoou de súbito pelas celas.
Olhei em redor e, mesmo por entre a escuridão, pude descortinar uma figura escura que se aproximava das nossas celas: uma figura que usava saltos altos, pelo barulho que os seus passos faziam. Quando ela passou por baixo de uma lâmpada, reparei que se tratava de uma mulher loura de peito farto num vestido escuro. Ela parou à minha frente, ficando a olhar para nós as duas de mãos nos quadris e um sorriso nos lábios.
- Olha para isto, duas putas para eu brincar.
Ela era uma mulher alta e de curvas generosas, loira de cabelo comprido e ondulado. Não consegui captar muito da sua cara por causa da falta de luz, mas ela parecia ser um pouco mais velha que eu – talvez mais perto dos quarenta anos. O seu vestido escuro era, na realidade, uma espécie de farda de polícia, aberta o suficiente para mostrar o seu opulento decote – e um cinto com um par de algemas e um pequeno cassetete. As suas pernas pareciam ter uma cor mais clara que o resto do corpo, o que poderia querer dizer que ela tinha vestido ou umas meias ou collants. Nos pés, tinha sapatos pretos de salto alto. Tinha a sensação de aquela cara não me ser estranha… mas não me conseguia recordar de onde. Talvez com mais luz…
Alguns segundos mais tarde, a minha irmã seguiu-a: ela também se assemelhava a uma polícia… Tinha um chapéu preto na cabeça – tendo o cabelo preso num rabo-de-cavalo – uma camisa de manga curta azul-clarinha e uma saia preta, com ambas as peças a serem feitas de vinil, aparentemente. De vinil eram também as luvas pretas compridas que ela tinha a cobrirem-lhe as mãos e braços. Tal como a outra mulher, ela tinha um cinto com algemas mas um cassetete maior. Ela parecia ainda mais alta que o habitual por causa das botas de plataforma pretas pelo meio da perna que ela tinha.
Levantei-me de um salto e corri na direcção da minha irmã, agarrando nas barras que nos separavam.
- Andreia, qual é o significado disto?! – berrei.
A sua resposta foi agarrar-me na garganta com a sua mão enluvada, estrangulando-me: imediatamente comecei a sentir falta de ar.
- Es-estás a… a sufo-car-me…
- Cala-te, puta! – gritou ela – Antes de mais, não foi esse o trato que te ensinei para comigo! Se queres dirigir-me a palavra, antes de mais chamas-me “Agente Andreia”. Depois, não falas comigo nesse tom de voz e nem sequer te atrevas a olhar-me nos olhos! Foda-se!
Então ela soltou-me e deixou-me cair no chão, enquanto eu ia respirando grandes golfadas de ar.
- Sinceramente, sempre pensei que estivesses melhor treinada que isso… – acrescentou ela.
- Eu… eu… eu peço desculpa, Andr… Agente Andreia… não vai voltar a acontecer… – solucei, olhando para os seus saltos.
- É bom que não. Não te mexas.
Com um molho de chaves na mão, Andreia abriu a porta da minha cela e entrou, fechando-a logo após a entrada da outra mulher. Uma das suas mãos agarrou-me pelo cabelo e forçou-me a levantar-me, inclinando-me a cabeça para trás ao mesmo tempo, enquanto eu gemia de dor.
- Vês? O que te disse eu? Ela tem um mamaçal valente… – Andreia disse para a companheira – Assim como o meu.
- Pois, realmente não estavas a brincar… tem é uma carrada de metal.
- Piercings? Não é nada, eu já tive bem mais… para além disso, a cona dela está limpinha disso.
- Muito bem, muito bem… não sabia dessa tua faceta, Andreia! – enquanto ia falando, a mulher tinha retirado o seu cassetete e começou a esfregá-lo pelos meus seios – Ela excita-se com facilidade, não?
- Bate-lhe e ela vem-se. Viola-a e ela vem-se. Come-lhe o cu e ela vem-se. Tão simples como isso. – Andreia encolheu os ombros.
- Uau… importas-te que teste essa tua teoria? – a outra mulher perguntou com demasiado apetite.
- Está à vontade.
A mão livre de Andreia agarrou-me nos pulsos firmemente, levantando-me do chão e quase me fazendo ficar em bicos de pés, enquanto a mulher me agarrou na tanga: no momento seguinte, senti um objecto rombo ser-me enfiado no meu cuzinho! Gritei, assustada e surpreendida… Ela penetrou-me o meu ânus com o seu cassetete durante alguns momentos, para a sua mão logo depois ser-me colocada na minha ratinha, com dois dedos a entrarem logo dentro de mim.
- Porra, não estavas a brincar… ela já está molhada. – declarou ela, alegre.
- É, a minha irmãzinha é uma puta do pior…
Então, a sua mão e cassetete abandonaram o meu corpo. Andreia deixou-me cair no chão, enquanto eu sentia lágrimas a formarem-se nos olhos.
- Oh, céus, quanta indelicadeza da minha parte… – continuou a desconhecida, olhando para mim – Estou a meter-te dedos na cona e nem sequer me apresentei! Eu sou a Agente Isabel; todavia, como estás em minha casa, podes tratar-me “Senhora”. Percebeste?
Assenti. Havia uma Isabel com uma fisionomia semelhante à daquela mulher que me veio à cabeça, poderia ser ela…?
- Sim, Senhora.
- Belo.
Ela agarrou-me gentilmente na mão e fez-me levantar do chão; então, forçou-me a recuar até que as minhas costas estivessem encostadas às grades que me separavam de Ellen. Isabel chamou-a.
- Puta, agarra nisto – a loira atirou pelas grades as algemas que tinha presas à cintura na direcção de Ellen – e algema-a. Por trás das grades.
- Como desejar, Senhora.
Ellen obedeceu, e fiquei a olhar para a minha irmã enquanto as minhas mãos eram presas às barras metálicas.
- Agente Andreia, o meu marido deve estar preocupado comigo, sabe, eu era suposto acompanhá-lo… e ele já deve andar à minha procura ao não me encontrar. – ousei dizer, com o meu olhar preso ao seu peito. Bolas, era tão apetitoso… – E a Agente sabe que ele vai-me encontrar.
- Mas tu não estás desaparecida, estúpida! – riu-se a minha irmã, indo buscar uma mordaça – Tanto quanto ele sabe, tu tiveste de ficar em casa porque a tua agente te ligou com uma proposta urgente para uma sessão fotográfica daqui a dois dias.
- O quê?
- Às vezes, ser incrivelmente parecida a ti tem as suas vantagens. – ela deu uma gargalhadinha, colocando-me a bola de borracha azul na boca.
Enquanto ela me apertava as tiras de cabedal atrás da cabeça, caiu-me a ficha: depois de me ter colocado inconsciente, ela vestiu as minhas roupas, colocou maquilhagem suficiente para enganar Carlos e aldrabou-o com aquela mentira, continuando a mentir-lhe até ele ter saído de casa. Portanto, o meu marido não fazia a menor ideia dos problemas em que eu estava metida… e não iria saber até à noite do dia seguinte, após o jogo e até ao seu regresso a Portugal – a não ser que ela o enganasse durante mais alguns dias. Andreia beijou a minha mordaça.
- É que… sabes, maninha, lá no meu trabalho, um dia, calhei a falar em ti e na minha namorada à minha chefe, em como vocês são umas putas submissas, e ela quis ver com os seus próprios olhos.
Só então tive realmente a confirmação de quem era a Agente Isabel: era a chefe da minha irmã no cabeleireiro onde ela trabalhava! Havia-a visto uma ou duas vezes, mas não lhe havia fixado os pormenores da cara.
- Portanto, – continuou Andreia – trouxe-vos ambas até aqui (tu eras para já cá estares, mas por causa dos jogos do teu maridinho, dei-te mais uns diazinhos de liberdade) e agora… it’s show time!! Tu, – dirigiu-se a Ellen – vem cá e abraça a tua companheira escrava.
- Como desejar, Agente.
Senti os braços de Ellen à volta do meu corpo nu. Entretanto, Andreia tirou-me a tanga.
- Agora… disfruta do seu fantástico cu.
Gemi em protesto – futilmente.
- Erm… Sim, Senhora Agente. – respondeu Ellen.
Inclinei a cabeça para trás, batendo com a cabeça nas barras, quando a pila de Ellen me passou pelo esfíncter e começou a penetrar-me o rabinho.
- Eish, bem treinadas, também. – declarou Isabel, admirada.
- Verdade… demorou um Verão inteiro, mas finalmente consegui submetê-la à minha vontade. Agora ela faz tudo o que eu quiser. Se eu desejar que ela vá para o Parque Eduardo VII ser enrabada por todos os gajos que lhe aparecerem à frente, ela fá-lo-á com todo o gosto.
- Impressionante. E a tua irmã?
As lágrimas regressaram aos meus olhos enquanto Ellen entrava em mim o mais fundo que ela conseguia. Porra, ela era tão grande…
- Desde criança que ela foi submissa; com o tempo essa sua faceta acentuou-se ainda mais. Ela é perfeitamente capaz de qualquer coisa. Hmm… dá-me um momento.
Pude ver Andreia aproximar-se de mim através dos meus olhos cravejados de lágrimas, de cassetete na mão. Então, ao mesmo tempo que as mãos de Ellen me agarravam nas mamas e começavam a brincar com elas, senti o pau a ser-me esfregado nos meus lábios vaginais.
- Pois, pois, tu choras e gritas e protestas, mas bem lá dentro de ti, tu adoras isto, não é verdade, sua cabra? – dsse ela – Tu adoras ser abusada, não é verdade?
Engoli em seco. Se havia alguém que me conhecia, era ela, e ela sabia que era verdade… não valia a pena negá-lo. Só a ideia de ser forçada a ter sexo deixava-me terrivelmente molhada. Apesar de todas as coisas que Andreia me fizera ao longo dos anos – Andreia e Carlos, também – eu havia adorado todas elas. Uma vez, na mansão de Miss Silva, eles haviam-me feito mijar-me em frente de toda aquela gente – e após ter tirado as minhas roupas, ambos abusaram de mim mais uma vez, levando-me às lágrimas… de prazer.
Mas estou a divagar. Voltei a gritar quando o cassetete de Andreia penetrou na minha rata, sendo retirado logo a seguir.
- Olha para isto, Isabel… – disse Andreia, agitando o bastão à frente da sua parceira – Só lho inseri uma vez e olha para isto, para como ficou molhado…
- Porra, incrível! Deixa-me experimentar…
- Força, dedica-te a esta. Eu vou tratar da outra lá de trás.
Dito isto, Andreia abriu a porta da cela e saiu, entrando na outra ao lado – a de Ellen, que ainda me estava a comer o rabinho. As suas mãos brincavam com os piercings que tenho nos mamilos e eu sentia-me perto de me vir.
 Então, ouvi uma chapada nas nádegas de Ellen e ela saltou um gritinho.
- O-obrigado, Senhora Agente… – gemeu ela.
- Oh, não tens nada por que me agradecer… ainda.
Subitamente, a pila de Ellen deteve-se – assim como todo o seu corpo.
- Oh, oh, oh, ah, ah, ah, aaaaaAAAAHH! – gritou ela mesmo à beira dos meus ouvidos.
- Cala-te! Também vou ter de te amordaçar? – bramiu Andreia – Aguenta-o na tua coninha e cala-te! – aparentemente ela estava a penetrar a ratinha de Ellen com o seu cassetete.
- Mas, Senhora Agente, dói…
- Tu adoras.
Lentamente, Ellen recomeçou a mexer-se, e a penetração do meu rabo continuou. Entretanto, Isabel tinha o seu próprio cassetete na mão e recomeçou a provocar a minha ratinha, passando aquela coisa pelos meus lábios, enfiando e retirando logo a seguir.
- Então, puta… pronta a vires-te? – perguntou ela, ajoelhando perto de mim e olhando para o meu baixo-ventre. O seu cassetete penetrou-me bem fundo e eu suspirei, enquanto os lábios de Isabel beijavam o meu clitóris.
Eu estava quase pronta: estava a lutar por aguentar o meu orgasmo. Mas com a pila grossa de Ellen no meu cu e um pau na minha vulva… era tremendamente difícil sustê-lo. Eventualmente, acedi.
- Sim, foi o que me pareceu. Achas que consegues aguentar?
Abanei a cabeça negativamente.
- Bom, isso é que é uma pena… porque é o eu quero que faças. Atreve-te a vir-te, puta, e eu desfaço-te.
Subitamente, Ellen gritou.
- Não! Senhora Agente, por favor, não no cu…
- O quê?! Estás a enrabar a minha irmã, o que te faz pensar que não mereces que te aconteça o mesmo?! – resmungou Andreia – Cala-te e abre as pernas, puta!
Ellen começou a gemer e a gritar, enquanto eu não conseguia aguentar mais: estava desesperada para poder atingir o clímax, e apesar disso tinha uma loira a enfiar-me um pau na ratinha que me havia ameaçado para não o fazer… comecei a tremer: era a última tentativa para aguentar. Isabel afagou-me na parte interna nas coxas. 
- Bem, tu pareces… – começou ela a provocar-me mais uma vez, mas interrompi-a com um gemido enorme porque tinha Ellen a esporrar-me o cuzinho… e isso desencadeou o meu próprio orgasmo. Isabel estava ainda a beijar o meu clitóris, os meus lábios vaginais, e não hesitou em lamber os meus fluidos assim que eles começaram a escorrer-me às pernas abaixo.
- Meu Deus, ela é fantástica… sabe maravilhosamente… – declarou ela, sorrindo.
Mal a conseguia ouvir por causa dos gritos de Ellen – até que algo lhe cobriu a boca.
- Tu nunca aprendes a estar calada, cabra…
Estava a sentir-me da mesma forma que ela. Se não fosse pela bola de borracha que eu tinha na boca, eu estaria a gritar incessantemente. O cassetete que tinha na rata não parou de se mexer para a frente e para trás só por causa de eu me estar a vir, nem o monstro que me comia o rabo – e que ainda se estava a vir. Mais de uma vez pensei que adorava poder ter algum daquele esperma na minha cara…
De súbito, a pila de Ellen foi-me retirada do meu cuzinho, aleijando-me um pouco; ao mesmo tempo, Isabel levantou-se e fez-me ajoelhar à sua frente. As suas mãos soltaram a minha mordaça. 
- Lambe-me a cona, puta, e despacha-te! Quero vir-me rapidamente!
Ainda a sentir os meus fluidos a pingar, levantei a cabeça enquanto ela desabotoava a parte inferior da sua farda, revelando um cinto de ligas e cuecas rendadas vermelhas de seda; Isabel imediatamente retirou estas, deixando-me a olhar para uma vulva grande e rosada. Sem qualquer palavra, beijei o seu clitóris – tal como ela me fizera momentos antes. Ela já se encontrava extremamente molhada… e ignorei os gemidos de Ellen, atrás de mim: estava unicamente focada em levar aquela mulher até ao clímax, também. Ainda tinha o cassetete dentro de mim, mas não queria saber: estava a gostar de o ter ali, tenho de admitir. A minha língua penetrou na ratinha encharcada de Isabel e ela gemeu.
- Bem… tu tens uma língua diabólica… – murmurou ela.
- Obrigado, Senhora Agente. – beijei-lhe a ratinha mais uma vez e continuei a enfiar-lhe a língua na sua vulva, esperando que ela não demorasse a vir…
Quando a minha boca começou a receber os seus fluidos, quase fiquei possuída. Acho que até a minha língua se começou a mexer ainda mais depressa, tentando ter mais daquilo na minha cara. Olhei para cima: Isabel havia descoberto as suas mamas e estava a brincar com elas. Raios, se elas eram grandes… e se as minhas mãos não estivessem acorrentadas às barras, talvez tivesse começado a acariciá-las também.
- Oh… pára, puta. – ordenou Isabel… mas não pude obedecer: não conseguia parar de lhe dar prazer!
- Pára! – repetiu ela, mas a sua ratinha continuava a saber-me tão bem…
Eventualmente, ela tem de se afastar de mim.
- Meu Deus… tu não te cansas, puta? Muito… muito bem, de facto. – gemeu ela, tentando recuperar o fôlego e controlar o seu baixo-ventre.
- Eu disse-te, Isabel: quando ela começa, tens de fugir dela, porque caso contrário ela vai-te sugar as energias todas. É tipo Exterminador.
Olhei para Isabel, depois para a minha irmã – ela estava a ajeitar o seu uniforme, enquanto Ellen estava deitada no chão, com o seu órgão ainda erecto e a ejacular.
- Agradei-lhe, Senhora Agente? – perguntei, olhando mais uma vez para os seus saltos.
- Bem… foste adequada. – Isabel puxou as suas cuecas para cima, aproximou-se de mim e retirou-me o cassetete da ratinha, apontando-mo logo a seguir à boca – Abre.
Quando obedeci, ela fez-me lambê-lo de uma ponta à outra, limpando-o dos meus fluidos. As algemas que tinha nos pulsos foram abertas assim que aquele pau me saiu da boca.
Ambas as mulheres abandonaram as celas e fecharam as portas, deixando-me a mim e a Ellen lá dentro. A minha companheira de suplício estava a levantar-se, enquanto eu esfregava os pulsos, tentando reactivar a circulação sanguínea.
- Uma de nós vai voltar mais tarde com comida. – declarou Isabel, olhando para a minha irmã.
- Se vocês se portarem bem, claro está. – acrescentou ela; depois ambas se foram embora.
Tentei limpar-me o melhor que consegui, passando as mãos pela humidade que eu tinha na cara e corpo e tentando retirá-la, lambendo os dedos depois. Quando me senti tão limpa quanto possível, agarrei na minha tanga, abandonada no chão após Isabel quase ma ter arrancado, e voltei a vesti-la. Então, sentei-me no chão, de pernas cruzadas e de costas contra a parede.
- Ana… – Ellen sentara-se tão perto de mim quanto possível – O que nos vai acontecer?
- Fácil… vamos ser as suas escravas sexuais durante o tempo que elas quiserem.
- E que vamos nós fazer, querida? – gemeu ela.
- Obedecer… apenas isso. Pelo menos é isso que estou a planear fazer.
Lentamente, ela assentiu, aparentemente aceitando a ideia. Encostei a cabeça e fechei os olhos, pensativamente, brincando com a bola da mordaça que ainda tinha à roda do pescoço.

Sem comentários:

Enviar um comentário