quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

O novo membro da família

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De certeza que há muita gente que me considera sortuda por ser casada com uma rapariga lindíssima e espectacular como a Andreia Karabastos e de ser um elemento da sua família. E, de facto, na esmagadora maioria das vezes sinto-me autenticamente privilegiada por tê-la na minha vida como a minha companheira de aventuras. Todavia, há um ou outro momento em que acho que ela e a irmã Ana são completamente loucas. E os eventos que vou relatar comprovam precisamente o que quero dizer.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Vanessa

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Era inevitável: tornei-me viciada nos meus encontros sexuais com o Vasco. Sabia tão bem ter aquele menino totalmente sob o meu controlo, fazer dele o que eu quisesse. Fiquei tão vidrada que eu já pensava nisso a todas as horas, no que lhe fazer quando voltássemos a estar juntos, e muitas vezes dei por mim a pesquisar a Internet em busca de inspiração e de coisas que pudesse utilizar nele. E nem o aparecimento de Miguel alterou isso: o Vasco era o meu predilecto, o que eu preferia ter a meu lado e aquele que eu adorava muito mais corromper. E até o comecei a fazer no trabalho…

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Como morto

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O Dia das Bruxas passou-se e, contra todas as minhas expectativas, Ana não preparou nada de especial. Normalmente por esses dias ela dá asas à imaginação e, sozinha ou acompanhada de Andreia, faz qualquer coisa de picante vestida de vampira, ou bruxa, ou algo do estilo. Todavia neste ano a minha esposa não teve ideia nenhuma. Era um facto que ela agora passava mais tempo no papel de mãe, querendo dar toda a atenção e tempo disponíveis aos nossos filhos. Eu percebia que o facto de Ana ter perdido os pais muito cedo teria um enorme peso nesse seu comportamento, por isso nunca a julguei nem me aproveitei disso: os meus tempos livres extra-futebol eram passados ao lado dela, com os nossos meninos, em casa ou passeando, ou visitando os nossos familiares. Obviamente ainda tínhamos sexo mas não tanto como dantes, e com menos aspectos kinky.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Dois meninos

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Não vou mentir: depois do meu primeiro encontro sexual com o Vasco, fiz dele a minha “bitch”, o meu escravo pessoal. Após o seu estágio ter terminado, arranjei-lhe trabalho como meu secretário e encarreguei-o de todas as tarefas menores que me aborrecia fazer. Desde o primeiro dia, nunca lhe vi nenhum indício de descontentamento, apesar de sentir que ele queria algo mais comigo do que o que tínhamos; todavia mantive-me irredutível: ele era apenas carne para eu montar e abusar, nada mais. E sempre que me apetecia, ia até casa dele, tirava-lhe o cinto de castidade, montava-o, brincava com o seu rabinho e voltava a trancar-lhe a pilinha. Pela primeira vez em anos, sentia-me satisfeita com a minha vida sexual – e feliz com o meu papel de Dominante.

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Destruição anal

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A relação de Lady Katarinne comigo começou a transfigurar-se com o tempo, com Ela a andar irada comigo – mais que o normal, digamos assim. Não sei se algo na Sua vida pessoal A estaria a perturbar, mas o que é certo é que os Seus castigos estavam a ser cada vez maiores, tanto em duração como em força e quantidade (e eu nem tenho feito assim tantas asneiras como isso); e Ela removera o quadro com a contagem dos orgasmos, dizendo-me para relembrar com saudade a última vez que me viera, “pois foi a última! Nem penses que te vou voltar a dar oportunidade de te esporrares, puta!”, dissera-me Ela em voz possessa.
E foi nessa fase que aconteceu a Sua festa de aniversário. Recordo-me que Ela começou desde cedo a dizer que ia arranjar uma criada para servir durante a festa, cargo que normalmente é o meu – e logicamente eu senti-me ofendida por estar a ser substituída. Mal sabia eu…!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

A corruptora

Bom, comecemos pelo princípio. Chamo-me Joana Lemos, tenho 53 anos e sou empresária. Sou casada, mas a minha relação com o Humberto já não é nada daquilo que foi – diria que só os nossos três filhos nos impedem de nos separarmos; já não dormimos juntos e, por exemplo, a nossa vida sexual é uma utopia, pois ele parece nunca ter vontade e eu também não o forço pois, sejamos honestas: ele já não me atrai. Somos amigos mas pouco mais. Isso fez com que eu começasse a ter de arranjar outras formas de me satisfazer sozinha.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Fickschnitzel

Os passos das duas mulheres ecoavam pelos degraus daquela escadaria húmida e fracamente iluminada por lâmpadas pendentes do tecto. À frente, seguia uma morena alta e de cabelo frisado, porte imperial e rosto amigável mas naquele momento fechado, com cara de poucos amigos, que vestia uma espécie de body de látex encarnado e preto e calçava um par de botas de salto alto pretas pelo joelho. Nas mãos enluvadas segurava uma corrente com que arrastava a segunda rapariga atrás de si, visto aquela corrente estar presa à coleira que aquela trazia ao pescoço. Era uma rapariga também morena mas que tinha o cabelo liso, pelos ombros. O seu corpo estava enfiado dentro de uma camisa-de-forças de látex, nas pernas tinha meias do mesmo material e, nos pés, trazia umas sandálias de salto altíssimo, que tornavam difícil a caminhada – e o descer degraus nem se fala. A sua boca estava firmemente selada com uma mordaça de cabedal com tiras do mesmo material em volta da cabeça; os seus olhos estavam cheios de lágrimas e ela parecia soluçar à medida que ia descendo aquelas escadas, pois sabia o que a esperava: um castigo cruel às mãos de Lady Jewel, a sua captora…

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Noite de gajas

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Mónica olhou-se ao espelho e começou a arrumar os objectos de maquilhagem no estojo. Enquanto o fazia, pensava nas circunstâncias daquela saída com Susana. OK, ela era uma conhecida longa data de Paula e já tinha estado com o casal em diversos eventos, tendo visto a crossdresser inúmeras vezes. Todavia, era a primeira vez que se combinava uma “saída de miúdas” – o termo que Paula usava para aquela noite – e era um nadinha suspeito que apenas se tivesse convidado uma outra rapariga para as acompanhar. Mas Mónica confiava implicitamente na esposa: com um encolher de ombros, ela sorriu e saiu do quarto, onde Paula já a esperava.
- Estava difícil, hein? – admoestou-a ela.
- Desculpa, amor. – desculpou-se Mónica – Sabes que isto de me transformar em Mónica demora tempo…
Paula soltou uma gargalhada.
- Vá, andamento, não Me apetece deixar Susana à espera.
Deram um beijo e saíram de casa.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

O General e a vira-casacas

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Depois de um dia estafante, cheguei ao escritório que tenho em casa e atirei-me pesadamente para cima da cadeira almofadada que estava atrás da secretária. Sentia-me cansado: as coisas no clube não estavam a correr exactamente como eu pretendia, apesar da vitória na Supertaça, pois tinha ainda algumas incertezas no plantel. Qual a lógica de o período de transferências terminar depois do início dos campeonatos?! Para além disso, o meu principal goleador tinha-se lesionado… Fiquei durante algum tempo sentado a massajar a fronte com a mão, totalmente absorto, enquanto eu começava a murmurar o meu mantra que costumava usar quando me sentia lixado da vida:
- Caralhos me fodam se eu não mando estes filhos da puta todos para a cona da mãe deles…

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A escola de carne branca

Parecia uma sala de aula normal. Havia quinze mesas individuais, e em todas elas estava sentado um aluno, que observava atentamente a pessoa que estava junto ao quadro negro a dar a aula.
Todavia, aquela não era uma escola convencional. Começando logo pelos alunos: todos eles eram homens de meia-idade, que na vida real eram poderosos, com grandes cargos de chefia em empresas enormes – havia ali advogados, empresários de empresas multinacionais, donos de grandes bancos; ali, todavia, eram menos que nada, não tinham qualquer privilégio: todos eles estavam nus, de coleira ao pescoço com um número gravado e tinham os seus órgãos genitais trancados dentro de cintos de castidade dos mais diversos feitios. E de facto todos eles estavam sentados em cadeiras, só que as cadeiras possuíam um extra: um dildo negro de dimensão razoável, que todos os “alunos” tinham de enfiar no cu.